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quarta-feira, agosto 27, 2008

Não são precisos brinquedos caros...

Numa reunião de pais, a professora realçava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que estivessem presentes o mais tempo possível... Embora sabendo que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, apelou para que se esforçassem para estar com os filhos.

Ouviu atentamente um pai que se levantou e explicou, de forma humilde, que não tinha tempo de falar nem de ver o filho durante a semana. Quando ele saía para trabalhar, o filho ainda estava a dormir e, quando voltava do trabalho, o garoto já não estava acordado. Explicou, que era a única forma de sustentar a família e que ficava angustiado por não ter tempo para o filho. Tentava redimir-se indo beijá-lo todas as noites quando chegava a casa, mas desta forma o filho nem sabia que o pai passara por casa...

Para que o pequeno soubesse da sua presença, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Fazia isto religiosamente todas as noites quando o beijava. Quando o filho acordava desfazia o nó, sabia que o pai tinha lá estado e o tinha beijado. O nó, era o meio de comunicação entre eles.

A emoção não está na história, mas na alternativa encontrada por este pai!

O facto faz-nos reflectir sobre as muitas maneiras das pessoas estarem presentes e de comunicarem... O importante é que o filho percebia o que o pai lhe queria dizer, através daquele nó afectivo... Gestos simples como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam para aquela criança muito mais do que as desculpas vazias, os presentes, os objectos caros, os brinquedos ou as goluseimas.

É por esta razão que um beijo cura a dor de barriga, o arranhão no joelho ou o medo do escuro. Podemos não entender o significado de muitas palavras, mas todos nós sabemos o valor de um gesto de amor......mesmo que esse gesto seja apenas um nó na ponta do lençol...


(recebido por email)

domingo, junho 08, 2008

Impressionante!

Uma senhora encontrou uma cria de leão, na Colômbia. Estava mal alimentado e quase morto. Então levou-o para casa, tratou dele e mimou-o durante alguns meses. Mas ele cresceu... E cresceu tanto, que foi necessário levá-lo para o jardim zoológico. No entanto, a senhora continua a visitá-lo todos os dias e é assim que o animal a recebe: