segunda-feira, outubro 13, 2008

Feita a descoberta, partilho-a...


Madame Tutli Putli: uma adorável animação em stop motion. Concorrente do mais recente Peter and the Wolf que ganhou o Óscar na categoria Best Animated Short Film, em Fevereiro último.

Com uma história extremamente simples, o filme ganha pela qualidade da animação. Só vendo (e ouvindo, claro!)




(trazido daqui)

Como não consigo parar...

... e preciso de sentir prazer nas tarefas que me proponho realizar, resolvi criar mais dois blogues para os meus alunos, um de Área de Projecto e outro de Educação Musical.
O caminho será percorrido com calma, sem atropelos, mas procurando que o trabalho realizado na escola possa ser partilhado por todos. A experiência no moodle não tem sido muito positiva, uma vez que a maioria dos alunos ainda não acedeu à plataforma e não pretende fazê-lo a breve trecho. Assim, decidi mudar de estratégia. Veremos se com sucesso :)
Contamos também convosco para nos apoiar ;)

sábado, outubro 11, 2008

Eh, eh, eh... Nada como brincar um pouco!


Filme de José de Pina: Curso superior de cinema (ESTC). Realizador/Argumentista/Humorista. Co-fundador das Produções Ficticias. Co-autor e criador CONTRA-INFORMAÇÂO (...)

UAU! Isto é que é dançar!

Prémios...

Com IMENSOS dias de atraso, aqui coloco dois prémios que, amavelmente, me foram aferecidos pela bell. Mas sem tempo, nem vontade, deixo para mais tarde a atribuição dos mesmos a blogues especiais. Já me começo a perder, atacada por um cansaço, cansaço... (O que, nesta altura do ano, é muito mau!)

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos

Um sonho: a combinação entre a música e a gastronomia

Descobri ontem, por acaso, numa notícia da revista Veja São Paulo que um conceituado empresário tem um projecto interessantíssimo conjugando a música com a comida.

Dono de 4 espaços (bares e restaurantes) situados todos na mesma rua, lembrou-se de, entre as 19.30H e o início da madrugada, não permitir que a boa música pare. O registo musical vai variando consoante o grupo de música de câmara apresentado, não cansando os presentes.

Há uns anos começou por adquirir um piano Steinway, uma bateria e um contrabaixo, contratar 3 bons instrumentistas e iniciou um projecto que tem vindo a florescer a olhos vistos. Hoje conta com 23 instrumentistas contratados, uma dezena de músicos substitutos para os dias de folga dos primeiros, 6 pianos, 4 contrabaixos, 4 baterias e instrumentos de sopro. Tocam desde Tom Jobim a Gershwin, mantendo o projecto com a receita obtida no "Couvert musical" que cobra nos seus espaços.

Nasceu, assim, a rua da música!

quinta-feira, outubro 09, 2008

Que tal um passeio até ao Interior do país?


Foi inaugurada hoje, em Alcains, uma exposição de fotografia muito especial: na loja da Alma Azul, podemos (re)descobrir algumas das obras do professor e fotógrafo Carlos Matos.
Ah!... E, tendo em conta uns zunzuns que ouvi por aí, brevemente voltarei a falar deste nome. (Parece que andará ligado ao Folefest...)

segunda-feira, outubro 06, 2008

Adaptação de Eça de Queirós para BD

Já leram o romance de Eça de Queirós O Primo Basílio?

Eça, mais uma vez (já antes o havia feito em O Crime do Padre Amaro), aproveita a sua escrita para criticar os podres da burguesia no século XIX (não muito diferente nos tempos modernos, aliás...). As personagens de O Primo Basílio podem ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela sociedade. O espaço é Lisboa, a casa de Luísa e de Jorge, o Paraíso, o Alentejo, embora esses dois últimos lugares não sejam mostrados pelo narrador, apenas referidos. (...) Paris é o cenário que devolve Basílio a Luísa, trazendo a alegria e a novidade de uma vida de prazeres e aventuras.

Pois bem, há quem se delicie a ler este autor português e há quem se delicie a desenhar a sua obra. O meu irmão mais velho, amante da pintura e do desenho desde que o conheço, resolveu juntar os seus dois prazeres (leitura e desenho) e iniciar um novo projecto: adaptar O Primo Basílio para banda desenhada.

Confesso que estou a adorar! Partilho, para já, a primeira página...

Divirto-me com estes disparates ;)

Encontrei no blogue A Biblioteca de Jacinto um teste bem divertido. Eu sou...

I am Elinor Dashwood!

Take the Quiz here!

You are Elinor Dashwood of Sense & Sensibility! You are practical, circumspect, and discreet. Though you are tremendously sensible and allow your head to rule, you have a deep, emotional side that few people often see.
Descubram mais aqui

domingo, outubro 05, 2008

Desejo-vos um ano feliz, apesar de todas as contrariedades...

(Saibamos ultrapassá-las com sabedoria e calma! )


Oboé...

Há uns tempos atrás, falei das 6 Metamorphoses after Ovid de Benjamin Britten e até coloquei um vídeo da minha preferida (Pan) que, na altura, estava a ser estudada pela minha filha mais nova. Confesso que tenho saudades de um concerto de oboé! Ultimamente tem sido mais flauta ;)
Que tal ouvir a Narcissus?

Qualquer um se pode enganar. Não é verdade?

Encontrei aqui e não consigo resistir a colocá-lo também por aqui...

quinta-feira, outubro 02, 2008

Tenham juízo!

Não sei qual a veracidade desta notícia que encontrei aqui, mas estou desolada...

Depois de tantos anos a ver a Rua Sésamo com as minhas filhas. Depois de as ouvir ler e contar à conta do Poupas, do Gualter e do Monstro das Bolachas, vêm agora dizer que estes bicharocos fazem mal à saúde?!

Parece que as duas primeiras séries da Rua Sésamo, passadas agora para DVD nos Estados Unidos da América, vêm com o aviso que o seu conteúdo não é apropriado a crianças do pré-escolar.

Como?!?

Segundo as autoras do blogue esta notícia veio no Jornal El País. Esta classificação de inapropriado advém do facto de, na série, haver uma menina que se faz passar por amiga e convida outros meninos para a sua casa; de o monstro das bolachas passar o tempo a devorar bolachas em vez de cenouras e até de, num episódio, ter devorado um cachimbo despois de o ter fumado; de o Egas pedir ajuda ao Becas para que este lhe esfregue as costas na hora do banho...

SOCORRO! As mentes depravadas de alguns adultos estão a tentar conspurcar as mentes das nossas crianças!! Já começo a perceber a razão pela qual os desenhos animados para crianças são cada vez mais violentas e isentas de emoções e os jovens sabem cada vez menos respeitar o próximo :(
Talvez se a nova série ficasse assim (ver abaixo) já fosse bem aceite pelos novos estrategas da educação infantil...


(Muito depravado, não acharam?)

Ora essa!...


Acabo de ler no Jornal de Notícias online que no Conservatório Nacional de Lisboa há 45 alunos (três turmas) a frequentarem as aulas sentados no chão, uma vez que as mesas e cadeiras solicitadas pela Instituição em Maio(!?) ao Ministério da Educação ainda não chegaram.
Haja dignidade!
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(imagem retirada da net)