sexta-feira, julho 10, 2009

quinta-feira, julho 09, 2009

Alguém interessado?


Informação disponível aqui

Curso de Profissionalização em Serviço na Aberta

A Universidade Aberta vai abrir um Curso de Profissionalização em Serviço para conferir habilitação profissional a professores do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico, segundo fui informada pelo Sindicato dos Professores da Região Centro.
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Dever-se-á ser titular de habilitação própria para a docência e possuir 6 anos completos de serviço docente efectivo até 31 de Agosto de 2009. Candidaturas de 6 a 15 de Julho, para o Núcleo de Matrículas e Inscrições da Universidade Aberta.
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Esta mensagem é, sem dúvida, serviço público de qualidade :D

Finalmente entregue...

... o trabalho final da acção de formação sobre o Fruity Loops. Enfim, mais uma "corrida contra o tempo" numa altura que mais me apetece "trato e descanso" :D
Aqui fica uma das minhas criações artísticas, especialmente conseguidas para o efeito. Um espanto, como verão... (LOL)



Adenda: Não dá! :( Vou procurar outra forma de aqui colocar a minha música...

terça-feira, julho 07, 2009

Alguém estará interessado num...

...Worshop de Direcção Coral orientado por Magna Ferreira? Parece-me mesmo o que estou a precisar para começar e era bom ter companhia... ;) Será no Centro de Psicologia do Norte (Porto), entre os dias 20 e 22 de Julho.

Programa:
Segunda-feira, 20 Julho
14.00h – 14.30h Recepção
14.30h – 15.00h Técnica Vocal
15.00h – 17.00h Nível I
17.30h – 19.30h Nível II
Terça-feira, 21 Julho
10.00h – 10.30h Técnica Vocal
10.30h – 12.00h Nível I
12.15h – 13.00h Técnicas de Ensaio
14.30h – 16.00h Nível II
16.30h – 18.00h Leitura de repertório (a partir de propostas apresentadas pelos alunos)
Quarta-feira, 22 Julho
10.00h – 10.30h Técnica Vocal
10.30h – 12.00h Sessão vídeo
12.00h – 13.00h Nível I
14.30h – 16.00h Nível II
17.00h – 18.30h Ensaio de colocação
19.00h Concerto Final

segunda-feira, julho 06, 2009

Poesia cantada "Aquarela"

Foi hoje, no percurso de regresso a casa, que ouvi a playlist de alguém que desconheço, mas cujo gosto me agradou... Ouvi GNR, Amy Winehouse e Toquinho numa música que já (em tempos) coloquei aqui no blogue, mas que não resisto a repetir a entrada. É, tal como o nome indica, uma conjugação de sons e tons liiinda!
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Acabei por ficar com pena de não fixar o nome do autor da playlist...

domingo, julho 05, 2009

Parece-me uma boa sugestão...

Deparei-me com estas imagens e só consegui lembrar-me da dificuldade que tive em comer em pé, no concerto com degustação do Festival Primavera Musical.

Stalker: aqui está uma boa sugestão a dar ao restaurante que serve estes eventos. Que me dizes? ;)

Encontrado aqui

sábado, julho 04, 2009

Procuras uma música?

Uma colega deu-me a conhecer um site absolutamente espectacular, onde podemos encontrar as músicas de sucesso entre 1904 e 2003. Fui encontrar esta dos Bee Gees, do ano em que nasci, que ouvi vezes sem conta durante a adolescência :D

quinta-feira, julho 02, 2009

Tarde cheia de música

Daqui a umas horas vou assistir a uns exames de música de câmara, na ANSO.
Estou ansiosa por ouvir (principalmente) um certo quinteto de sopros :D

quarta-feira, julho 01, 2009

Apesar do tamanho, não resisto...

Miguel Sousa Tavares
Segunda-feira, 29 de Jun de 2009

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Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha ena companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmopercurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, éuma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursãopela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsitocerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis.Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela estáespantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam queo desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto,vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não hánenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio.Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, napoupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacionalestá cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem queproduzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linhaLisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não hárestaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Porisso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estadoperde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às trêshoras e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encheremo país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umasameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não mefalha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGVdeles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. VitalMoreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota,para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois,pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e,finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois voltapara trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todosos dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava afasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se aauto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para osbancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração éque vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto,nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para ojustificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV comEspanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGVque já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm deter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que elapareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro dacidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelarcerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás,estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar ascompanhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para umpequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser umhub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para aEuropa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o queé aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber,serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem operímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agriculturanão tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve paranada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é oque nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-separa me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundofora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todasas asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres eenlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento.E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajarcomo Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

Faltei ao concerto

Oh, nem acredito! Estou zangadíssima com a minha falta de memória: perdi o concerto de segunda-feira, com o coro da ESART. Vi um único cartaz na entrada do CRCB e acabei por me esquecer. Nessa noite, bem perguntou a minha filha mais nova se não tinhamos nada para fazer... Agora é que já não posso fazer nada. Que pena :(

sexta-feira, junho 26, 2009

Workshop de voz e canto

A VOZ FALADA E A VOZ CANTADA
Diogo Tomás

Consciencialização prática das diferenças entre a voz cantada e voz falada e como estas duas vertentes se podem complementar no processo de aprendizagem de cada uma. Recorrendo à improvisação num contexto musical, utilizando fonemas e palavras simples; trabalhando canções, decompondo e relacionando: melodia, ritmo e texto; pretende-se que o participante explore e obtenha uma expressão e projecção vocais livres de tensões.
7 a 9 Julho
16h30 ‐ 18h30
€50/ €40 (Alunos Evoé) ‐ 20% (inscrições até 29 de Junho)
(encontrado aqui)

Talvez percebessem melhor...

If a doctor, lawyer, or dentist had 25 people in his office at one time, all of whom had different needs, and some of whom didn't want to be there and were causing trouble, and the doctor, lawyer, or dentist, without assistance, had to treat them all with professional excellence for eleven months, then he might have some conception of the classromm teacher's job.

Donald D. Quinn (adapt.).

(daqui)

quinta-feira, junho 25, 2009

Em jeito de balanço...


(daqui)

Bem diz o professor Jorge Pires na reportagem, que o nível do Festival "Primavera Musical" foi sempre tão elevado desde o seu início, que dificilmente podemos falar de evolução na qualidade dos intérpretes, como questionou a jornalista. Este ano não foi diferente. Do internacional Psophos Quatourà portuguesa Luísa Tender, todos os intérpretes se pautaram por uma altíssima qualidade. Ainda bem que este ano poderemos ter um pouquinho do "sol da Primavera" em pleno Outono :D

quarta-feira, junho 24, 2009

Desta vez é com José Eduardo Agualusa...

aqui falei da Boca.
Já há algum tempo lhe havia perdido o rasto...
Hoje foi ela que me encontrou!
Fico feliz por saber que continua activa e gostei de saber que avançam com escritores lusófonos... Boa!

segunda-feira, junho 22, 2009

Um ano em cheio...

...este ano, também como professora no Conservatório Regional de Castelo Branco. Só vos digo que foi uma excelente experiência!