quinta-feira, março 04, 2010

Eu sei que é dia de greve...

... mas isto não é trabalho; é prazer, mesmo!
.
Que tal alegrarem um pouco o blogue de Educação Musical da minha escola votando online no melhor instrumento? Os alunos iam gostar (e eu também!) :D

Podem fazê-lo aqui

Hoje o google está muito giro...

:D

domingo, fevereiro 28, 2010

sábado, fevereiro 27, 2010

Curiosidades filosóficas

O frango atravessou a rua... porquê?


Professora do Ensino Primário
"Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."

Criança
"Porque sim."

Platão
"Porque queria alcançar o Bem."

Aristóteles
"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."

Descartes
"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."

Rousseau
"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva
atravessar a rua."

Freud
"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um
sintoma de insegurança sexual."

Darwin
"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma
natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los
dotados da capacidade de cruzar a rua."

Einstein
"Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao
frango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo."

Martin Luther King
"Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem
cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango
sonhou."

George W. Bush
"Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu
arsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar o
frango."

Cavaco Silva
"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa
de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura
favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."

José Sócrates
"O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos.
Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua
para os frangos não terem de a atravessar."

Mário Soares
"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou
atravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que
eu atravesse outra vez a rua!!!"

Manuel Alegre
"O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele
atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a
desgraça, o vento nada lhe diz!"

Jerónimo de Sousa
"A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que
pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a
sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo
socialista melhor e mais justo!"

Francisco Louçã
"Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista
o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma
mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"

Valentim Loureiro
"Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É
mentira...!!! É tudo mentira!!!"

Paulo Bento
"O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamos
e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é
muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!"

(recebido por email)

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Coincidências (ou nem por isso...)

Já há uns dias que aqui não venho... Quando chego ao computador, começo por ler as mensagens nos diversos emails, depois passo à colocação de mensagens na página web e no facebook do CRCB, no jornal online e na página web do meu Agrupamento, nos blogues dos alunos... Quando, finalmente, estou pronta para o meu, já estou sem energia.

Confesso que, acabo por me render ao voyerismo do facebook. Basta-me um clique e fico ao corrente do que têm feito os meus amigos. Nem preciso de pensar muito :s

Eu sei que não é bem assim mas, por agora, é o suficiente para entreter este cérebro cansado... Desculpem-me.

Já agora, não posso deixar de comentar a última mensagem que aqui coloquei. Por acaso, foi sobre um discurso de Fernando Nobre, provavelmente já em pré-campanha... Hum!...

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Haja quem diga estas verdades...

... e, já agora, quem as oiça!
.
Dr. Fernando Nobre (Presidente da AMI) criticou hoje, no III Congresso Nacional de Economistas a decorrer no Funchal, a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"
.
Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas". "Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda. "Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir.... algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre. O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".
.
No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes.. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais". Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".
.
(notícia recebida por email)

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Alguém interessado?

Caros Amigos,
Com o objectivo de dar continuidade ao seu projecto musical, o Coro Anonymus abriu audições para os próximos dias 3 e 7 de Março. Gostaríamos de poder contar com a habitual colaboração de todos na difusão desta mensagem.
Muito obrigada!
Um abraço,
--
Cláudia Camelo
www.coroanonymus.com

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Impecável...

O hi5 dos Coros do CRCB tem um amigo - Phonograph - que nos envia diariamente um vídeo, sempre de estilos diferentes. Um destes dias recebi este que me fez recordar a minha adolescência; tanto que eu ouvi esta música ;)

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Que bela sugestão!

Tenho andado mesmo longe do blogue, caramba! O tempo não dá mesmo para tudo o que se gosta... Enfim, hoje o blogue 365 coisas que posso fazer para diminuir a minha pegada ecológica partilhou uma ideia fantástica: fazer o upload de um tipo de letra que permite gastar menos tinteiro. Fabulosa ideia! Vejam só...

Obviamente, já está no meu computador! :D

terça-feira, janeiro 19, 2010

É preciso paciência...

Hoje aborreceu-me receber um comentário algo indelicado. O leitor não escreveu nenhuma palavra incorrecta, apenas usou o Fantasia Musical para fazer publicidade da sua escola de música.
.
Se o tivesse solicitado, garanto-lhe que seria um prazer fazê-lo. No entanto, no espaço do comentário apenas escreveu o link para a sua página; assim, sem mais demoras. Irritou-me. Quer publicidade gratuita? Pois procure-a noutro lado!

Imagens de marca ;)

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Como comportar-se num concerto de música erudita

Os diversos estilos de música têm os seus próprios rituais. Plateias de jazz aplaudem os músicos após cada improviso, cantores pop pedem à plateia para os acompanhar no refrão de algumas músicas e, para ir um pouco mais longe, o público de shows de música punk deve segurar os músicos que se atiram sobre a plateia. Com a música erudita ocorre o mesmo, mas os rituais da música de concerto podem parecer muito confusos.

O concertino e o maestro - Normalmente o líder dos violinos (concertino) espera até que a orquestra esteja posicionada para se dirigir à plataforma e receber aplausos. Uma nota de afinação soa e os músicos preparam os seus instrumentos. O público deve ficar em silêncio durante a afinação. De seguida, o maestro entra e recebe mais aplausos. Este cumprimenta o concertino, como representante de orquestra. Os músicos sentam-se e o maestro vira-se para a orquestra e a música começa. O maestro não se virará para o público até ao final da peça, que pode demorar de alguns minutos a mais de uma hora.

Quando aplaudir - A música poderá começar e parar algumas vezes. São os intervalos entre os movimentos, apontados nos programas de qualquer peça erudita. Mas somente quando a peça inteira se finda e o maestro baixa os seus braços e se vira para a plateia é que se deve aplaudir. Nunca entre intervalos dos movimentos. O maestro, então, deixa o palco e retorna ao palco repetidas vezes, enquanto os aplausos persistirem. Normalmente, o regente pedirá que alguns músicos ou toda a orquestra se levante para dividir os aplausos.

O solista e os intervalos - Após todo este entra-e-sai, aplausos e agradecimentos, o maestro acaba fora do palco enquanto a orquestra se prepara para a próxima peça. Estantes de música e músicos são adicionados ou retirados do palco. Eventualmente, quando todos estão prontos, o maestro volta ao palco para dirigir a próxima peça. Se houver um solista, este dirigir-se-á para a frente do palco com o maestro e normalmente é o centro da atenção.

Bravo, brava ou bravi - O público pode mostrar entusiasmo extra ao levantar-se enquanto aplaude ou gritando bravo!. Para ser política e gramaticalmente correcto, grite brava para mulheres e bravi para um grupo. Uma curiosidade: hoje em dia não há o costume de se vaiar apresentações consideradas abaixo do nível esperado, mas isto era muito comum há poucos anos e ainda acontece em algumas casas de ópera na Itália, onde há casos de cantores que têm de se refugiar de projécteis atirados pela plateia. No passado, as reacções eram mais violentas. O público tornou inesquecível a primeira apresentação da Sagração de Primavera, com grupos rivais digladiando-se com palavras e uivos. No tempo de Beethoven, tudo era muito diferente, o público da Nona Sinfonia gostou tanto do Scherzo que o aplaudiu enquanto a música ainda era tocada. Os concertos também eram muito diferentes. O Concerto de Violino de Beethoven foi tocado pela primeira vez a partir de seu manuscrito, sem nenhum ensaio e teve os seus movimentos divididos por uma sonata de Franz Clement, tocada com o violino de cabeça para baixo. A première da Symphonia Domestica de Strauss foi na loja de departamentos Wanamaker´s, em Nova Iorque.

Tossir - Mesmo plateias bem informadas cometem grandes gafes, como tossir de maneira violenta entre movimentos ou em momentos de silêncio em meio à performance. O silêncio pode ter especial significado em algumas obras e a acústica da sala de concerto é projectada de modo a amplificar e canalizar o som produzido para a sala inteira. Tossir? Só no fortíssimo. Os momentos de fortíssimo, quando a orquestra ataca com todas as suas forças seriam um momento mais próprio para a tosse.

Telemóvel - Sobre não desligar o telefone, ou mesmo atendê-lo, não é necessário tecer comentários.

De qualquer maneira aplauda e grite (ou vaie) com vontade. Os artistas querem saber o que você achou do concerto.
.
(retirado do blogue Il Mondo Classico, com algumas adaptações a nível de língua)

quinta-feira, janeiro 14, 2010

É já este domingo...

... que se inicia um novo espaço musical para as famílias. Claro que é em Lisboa [ :( ] mas não deixa de ser muitíssimo interessante e, desta vez, irei.


Bem, na verdade não estou a ser justa para o Carlos Semedo, pois afinal em Castelo Branco tem havido alguns bons espectáculos ao domingo de manhã para as famílias :D

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Faz-vos lembrar algum conto infantil?

Eis uma exposição a que não gostaria de faltar. De 9 de Janeiro a 27 de Fevereiro, uma exposição de Ana Janeiro, na Galeria Paulo Amaro (Lisboa).

segunda-feira, janeiro 04, 2010

David Campbell elogia (Des)Concertante

Já aqui falei, por diversas vezes, do fantástico grupo de Música de Câmara (Des)Concertante Trio, ora anunciando concertos ora divulgando prémios por eles recebidos. A junção entre o Clarinete do Sérgio Neves, o Acordeão da Carisa Marcelino e o Violoncelo da Ana Luísa Marques é particularmente interessante pela sua originalidade! Desde o início desta formação, tenho procurado seguir o seu percurso artístico, pois sei que é um trio com futuro.

Ontem agradou-me imenso saber que há já alguns críticos internacionais que divulgam o grupo assim:

Esta é uma crítica de David Campbell, inserida na revista Clarinet & Saxophone Magazine referente ao ClarinetFest 2009 Oporto, este ano ocorrido na Casa da Música.

Concerto de Reis

O Coro Anonymus, amigo do Cantar no CRCB, enviou-nos este convite que não posso deixar de partilhar convosco. Se puderem, vão até lá! Para saberem mais pormenores sobre este concerto, o melhor é darem um salto até aqui.