
segunda-feira, maio 03, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
quinta-feira, abril 15, 2010
Vaidades...
Desde o ano lectivo passado, trabalho com coros infantis/juvenis (Vox On e Voximix), no CRCB. Desde que ingressei nesta escola enquanto aluna (há já uns "anitos"), nunca mais me consegui afastar dela. As minhas filhas seguem também os estudos musicais e o marido voltou aos "bancos de escola". Deixou o Violoncelo e mudou-se para o Oboé ;) Calculam, portanto, 0 prazer imenso que é para mim poder voltar a estar do lado de dentro desta escola, agora enquanto docente.
O trabalho com jovens na disciplina de Coro entusiasma-me imenso e gostando como gosto de cantar e sabendo a importância de uma correcta utilização da voz, tenho procurado no repertório de compositores portugueses as obras necessárias para desenvolver a minha actividade.
Foi por acaso que descobri o compositor Sérgio Azevedo. "Tropecei" numa obra sua de Natal enquanto procurava na Ava Editores e gostei. Como tenho o hábito de divulgar o meu percurso aqui no blogue, este acontecimento acabou por chegar ao próprio compositor.
É muito interessante este lado positivo de trabalhar obras de autores vivos; podemos saber logo se gostaram ou não, se conseguimos captar a essência das suas obras ou não. É um risco. Então, é para mim! :D
Após mais um concerto, desta vez com obras nunca antes interpretadas publicamente, recebi um novo contacto do compositor e sinto-me muito feliz. O Sérgio Azevedo gostou. Gostou da forma como o Coro Vox On abordou as obras "O dia da Carolina" e "Bichos de arrepiar". Bem, não fizemos todos os andamentos, pois seria impossível consegui-lo num só período escolar, com alunos de 1º e 2º graus do ensino articulado.

Deixo aqui excertos da sua missiva. Vejam porque me sinto tão bem...
[Eu avisei no título deste post que falaria de vaidades... ;)]
"Devo dizer-lhe que estão de parabéns, incluindo o pianista, que não tem um trabalho nada fácil. As canções, nomeadamente os “Bichos de Arrepiar”, são bastante ingratas por vezes. Os “Bichos de Arrepiar” foram o primeiro ciclo que escrevi quase 15 anos depois das “5 Cantigas de Bichos”, e são bastante mais difíceis e abstractas em geral do que os ciclos seguintes (aliás, o “Insectário” é do mesmo tipo ainda). Nada que se compare com a singeleza de muitos dos ciclos que, já com mais experiência, escrevi depois destes, pelo que são um desafio suplementar para qualquer coro infantil."
Ainda aqui não referi que o pianista foi o director do CRCB, o professor João Paulo Cunha, com quem gosto imenso de trabalhar. Para além de excelente pianista, são já muitos anos como pianista acompanhador...
"Espero um dia ter o prazer de assistir ao vivo a este coro magnífico, e quem sabe, a um futuro CD com estas canções!"
"Espero um dia ter o prazer de assistir ao vivo a este coro magnífico, e quem sabe, a um futuro CD com estas canções!"
E, por fim, deixou uma mensagem que considero fantástica e me deixa com mais ânimo para persistir nesta árdua tarefa:
"Abraços, e mais uma vez os meus maiores parabéns a si, ao pianista, e ao coro Vox On. Ao sair do repertório mais convencional para crianças, está a prepará-los para abrirem os ouvidos e as mentes à música moderna e à música portuguesa (e não falo só das minhas canções, claro, muitas mais existem de óptima qualidade de outros colegas meus), o que é decerto uma mais valia para o coro, e um privilégio que trará benefícios, dos quais só se darão conta certamente só daqui a uns anos, mas dar-se-ão, acredite! Quando tiverem a consciência mais desenvolvida, ao olharem para trás dar-se-ão conta que beneficiaram de uma educação musical de alta qualidade, fora do rame-rame da convencionalidade e da repetição de repertório que ainda hoje persiste no nosso ensino musical. Bem haja!"
domingo, abril 11, 2010
Quando as viagens são longas...
...é bom irmos bem acompanhados e, de preferência, num carro que faça pouco ruído! :D
sábado, abril 10, 2010
Que bela ideia!
Em Joinville, uma cidade do sul do Brasil, a música ouve-se logo pela manhã. Com o Projecto Concertos Matinais, e durante alguns domingos, vários serão os intérpretes que actuarão pelas 10H30. Com entrada livre, aquele povo brasileiro começa bem o dia! :D
(Notícia encontrada aqui)
quarta-feira, abril 07, 2010
sábado, abril 03, 2010
quinta-feira, abril 01, 2010
terça-feira, março 30, 2010
quarta-feira, março 24, 2010
domingo, março 21, 2010
Para o Dia Mundial da Poesia...
Já não é a primeira vez que mostro este filme, mas repito a experiência pois considero-o poesia pura!
sábado, março 20, 2010
A escrita original de Fabião Baptista
Orquestra da ESART regressa ao palco
Por: Fabião Baptista
19 de Março de 2010 às 17:55h
Jornal "Reconquista"
A Orquestra Sinfónica da ESART, Escola Superior de Artes Aplicadas, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, proporcionou, mais uma vez, uma sublime demonstração da arte de bem interpretar música clássica. Foi um concerto de música erudita, onde uma plêiade de jovens estrelas, brilharam com todo o fulgor, no auditório do Cine Teatro Avenida, com uma plateia bastante bem composta de espectadores.
Por: Fabião Baptista
19 de Março de 2010 às 17:55h
Jornal "Reconquista"
A Orquestra Sinfónica da ESART, Escola Superior de Artes Aplicadas, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, proporcionou, mais uma vez, uma sublime demonstração da arte de bem interpretar música clássica. Foi um concerto de música erudita, onde uma plêiade de jovens estrelas, brilharam com todo o fulgor, no auditório do Cine Teatro Avenida, com uma plateia bastante bem composta de espectadores.
Sob a batuta do maestro Pedro Neves, o concerto iniciou-se com os intérpretes a executarem uma “Suite Checa”, em ré maior, Opus 39, de autoria de Antonin Dvorak. Esta partitura apresentou vários ritmos musicais de danças populares da Checoslováquia, que tiveram a introdução de um “prelúdio”, de notável inspiração criadora.
De seguida foram executados vários trechos de música sinfónica, representativos de óperas e bailados bem típicos da Checoslováquia, de acentuada inspiração nacionalista, onde transparecia a musicalidade peculiar das danças tradicionais checas, de grande sabor artístico e timbre etnográfico, pela sua peculiaridade, sobressaíando o espírito tradicional checo e a sua aspiração latente de liberdade religiosa. O primeiro andamento desta partitura, de grande impasse instrumental, teve lugar com um “allegro moderato”, num prelúdio de carácter bucólico ou pastoril, a fim de que os intérpretes se ambientassem aos seus instrumentos. No segundo andamento, interpretaram uma “polca”, dança de origem boémia, viva, a dois tempos, com acentuação nos três primeiro meios-tempos. No terceiro andamento, executaram uma dança de ritmo francês. No quarto, uma “romança”, música romântica e muito sentimental, rematando a interpretação desta partitura, com um andamento rápido, vigoroso, quase em fúria instrumental.
Após um brevíssimo intervalo, seguiu-se a “Sinfonia, n.º 2”, em ré maior, (Opus 43), escrita pelo compositor e violonista, Jean Sibelius, uma partitura ampla, vigorosa e audaz, com seus sublimes e bem característicos quatro andamentos, onde se revela um temperamento musical de primeira grandeza polifónica, sempre fiel ao seu espírito nacionalista e arrebatamento patriótico que lhe fervia na alma de músico inconformado. No primeiro andamento, a melodia é de acentuado sabor pastoril, própria da vida pacífica da Finlândia, em épocas de acalmia e liberdade. Durante o transcorrer desta partitura, há momentos de expressiva tensão musical e de grande fluidez interpretativa, através de progressivas intervenções dos instrumentos de cordas, numa perfeita simbiose com os metais e instrumental de percussão. Também as madeiras se aliavam à figuração das cordas, dando lugar a momentos algo nostálgicos, com as intervenções das trompas, dos fagotes e da tuba. No segundo andamento, surge um artístico e complexo desenvolvimento, entoado por toda a orquestra, numa expressiva arquitectura musical, através de uma imponente intervenção dos metais, o que redunda num efeito magnífico e majestoso. Por fim, em jeito de “sonata”, o quarto andamento apresenta várias nuances, terminando a orquestra num progressivo e contínuo crescendo, até rematar num arrebatamento triunfal.
Após um brevíssimo intervalo, seguiu-se a “Sinfonia, n.º 2”, em ré maior, (Opus 43), escrita pelo compositor e violonista, Jean Sibelius, uma partitura ampla, vigorosa e audaz, com seus sublimes e bem característicos quatro andamentos, onde se revela um temperamento musical de primeira grandeza polifónica, sempre fiel ao seu espírito nacionalista e arrebatamento patriótico que lhe fervia na alma de músico inconformado. No primeiro andamento, a melodia é de acentuado sabor pastoril, própria da vida pacífica da Finlândia, em épocas de acalmia e liberdade. Durante o transcorrer desta partitura, há momentos de expressiva tensão musical e de grande fluidez interpretativa, através de progressivas intervenções dos instrumentos de cordas, numa perfeita simbiose com os metais e instrumental de percussão. Também as madeiras se aliavam à figuração das cordas, dando lugar a momentos algo nostálgicos, com as intervenções das trompas, dos fagotes e da tuba. No segundo andamento, surge um artístico e complexo desenvolvimento, entoado por toda a orquestra, numa expressiva arquitectura musical, através de uma imponente intervenção dos metais, o que redunda num efeito magnífico e majestoso. Por fim, em jeito de “sonata”, o quarto andamento apresenta várias nuances, terminando a orquestra num progressivo e contínuo crescendo, até rematar num arrebatamento triunfal.
sexta-feira, março 19, 2010
Pergunta
Recebi hoje, por email, este problema:
Qual o próximo número da sequência abaixo?
2, 10, 12, 16, 17, 18, 19,...
Obviamente que não descobri. Na verdade, nunca fui muito boa nestas charadas ;)
domingo, março 14, 2010
quinta-feira, março 11, 2010
Sempre gostei de Cat Stevens
Da ideia de calma, tranquilidade, leveza que consegue transmitir...
Sentar-me no sofá, recostar-me e ouvir.
Apenas...
Gosto.
segunda-feira, março 08, 2010
Com carinho, para todos vós!
Pela paciência com que me aturam... ;)
[trazido do fantástico vladstudio]quinta-feira, março 04, 2010
Uma criança morreu vítima de bullyng
"Os supostos agressores já foram identificados e estão a ser acompanhados por um psicólogo na própria escola. ..."
.
"(...)Ontem mesmo Graça Caldeiras disse que não foi trabalhar para acompanhar o filho em mais uma consulta no psicólogo que conseguiu arranjar no centro de saúde, já que a psicóloga da escola não tinha tempo para o atender".
Os psicólogos cada vez têm menos tempo para quem realmente precisa.^
(daqui)
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"(...)Ontem mesmo Graça Caldeiras disse que não foi trabalhar para acompanhar o filho em mais uma consulta no psicólogo que conseguiu arranjar no centro de saúde, já que a psicóloga da escola não tinha tempo para o atender".
Os psicólogos cada vez têm menos tempo para quem realmente precisa.^
(daqui)
Eu sei que é dia de greve...
... mas isto não é trabalho; é prazer, mesmo!
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Que tal alegrarem um pouco o blogue de Educação Musical da minha escola votando online no melhor instrumento? Os alunos iam gostar (e eu também!) :D
Podem fazê-lo aqui
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Que tal alegrarem um pouco o blogue de Educação Musical da minha escola votando online no melhor instrumento? Os alunos iam gostar (e eu também!) :D
Podem fazê-lo aqui
domingo, fevereiro 28, 2010
Brincadeiras com luz...

...que o meu marido aprendeu num workshop com o Carlos Matos. É uma técnica fantástica! Não concordam?
sábado, fevereiro 27, 2010
Curiosidades filosóficas
O frango atravessou a rua... porquê?
Professora do Ensino Primário
"Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."
Criança
"Porque sim."
Platão
"Porque queria alcançar o Bem."
Aristóteles
"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."
Descartes
"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."
Rousseau
"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva
atravessar a rua."
Freud
"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um
sintoma de insegurança sexual."
Darwin
"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma
natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los
dotados da capacidade de cruzar a rua."
Einstein
"Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao
frango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo."
Martin Luther King
"Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem
cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango
sonhou."
George W. Bush
"Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu
arsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar o
frango."
Cavaco Silva
"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa
de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura
favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."
José Sócrates
"O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos.
Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua
para os frangos não terem de a atravessar."
Mário Soares
"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou
atravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que
eu atravesse outra vez a rua!!!"
Manuel Alegre
"O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele
atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a
desgraça, o vento nada lhe diz!"
Jerónimo de Sousa
"A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que
pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a
sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo
socialista melhor e mais justo!"
Francisco Louçã
"Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista
o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma
mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"
Valentim Loureiro
"Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É
mentira...!!! É tudo mentira!!!"
Paulo Bento
"O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamos
e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é
muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!"
(recebido por email)
Professora do Ensino Primário
"Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."
Criança
"Porque sim."
Platão
"Porque queria alcançar o Bem."
Aristóteles
"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."
Descartes
"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."
Rousseau
"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva
atravessar a rua."
Freud
"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um
sintoma de insegurança sexual."
Darwin
"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma
natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los
dotados da capacidade de cruzar a rua."
Einstein
"Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao
frango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo."
Martin Luther King
"Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem
cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango
sonhou."
George W. Bush
"Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu
arsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar o
frango."
Cavaco Silva
"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa
de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura
favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."
José Sócrates
"O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos.
Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua
para os frangos não terem de a atravessar."
Mário Soares
"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou
atravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que
eu atravesse outra vez a rua!!!"
Manuel Alegre
"O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele
atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a
desgraça, o vento nada lhe diz!"
Jerónimo de Sousa
"A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que
pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a
sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo
socialista melhor e mais justo!"
Francisco Louçã
"Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista
o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma
mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"
Valentim Loureiro
"Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É
mentira...!!! É tudo mentira!!!"
Paulo Bento
"O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamos
e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é
muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!"
(recebido por email)
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Coincidências (ou nem por isso...)
Já há uns dias que aqui não venho... Quando chego ao computador, começo por ler as mensagens nos diversos emails, depois passo à colocação de mensagens na página web e no facebook do CRCB, no jornal online e na página web do meu Agrupamento, nos blogues dos alunos... Quando, finalmente, estou pronta para o meu, já estou sem energia.
Confesso que, acabo por me render ao voyerismo do facebook. Basta-me um clique e fico ao corrente do que têm feito os meus amigos. Nem preciso de pensar muito :s
Eu sei que não é bem assim mas, por agora, é o suficiente para entreter este cérebro cansado... Desculpem-me.
Já agora, não posso deixar de comentar a última mensagem que aqui coloquei. Por acaso, foi sobre um discurso de Fernando Nobre, provavelmente já em pré-campanha... Hum!...
Confesso que, acabo por me render ao voyerismo do facebook. Basta-me um clique e fico ao corrente do que têm feito os meus amigos. Nem preciso de pensar muito :s
Eu sei que não é bem assim mas, por agora, é o suficiente para entreter este cérebro cansado... Desculpem-me.
Já agora, não posso deixar de comentar a última mensagem que aqui coloquei. Por acaso, foi sobre um discurso de Fernando Nobre, provavelmente já em pré-campanha... Hum!...
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Haja quem diga estas verdades...
... e, já agora, quem as oiça!
.
Dr. Fernando Nobre (Presidente da AMI) criticou hoje, no III Congresso Nacional de Economistas a decorrer no Funchal, a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"
.
Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas". "Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda. "Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir.... algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre. O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".
.
No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes.. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais". Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".
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(notícia recebida por email)
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Dr. Fernando Nobre (Presidente da AMI) criticou hoje, no III Congresso Nacional de Economistas a decorrer no Funchal, a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"
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Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas". "Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda. "Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir.... algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre. O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".
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No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes.. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais". Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".
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(notícia recebida por email)
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Alguém interessado?
domingo, fevereiro 07, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Impecável...
O hi5 dos Coros do CRCB tem um amigo - Phonograph - que nos envia diariamente um vídeo, sempre de estilos diferentes. Um destes dias recebi este que me fez recordar a minha adolescência; tanto que eu ouvi esta música ;)
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Que bela sugestão!
Tenho andado mesmo longe do blogue, caramba! O tempo não dá mesmo para tudo o que se gosta... Enfim, hoje o blogue 365 coisas que posso fazer para diminuir a minha pegada ecológica partilhou uma ideia fantástica: fazer o upload de um tipo de letra que permite gastar menos tinteiro. Fabulosa ideia! Vejam só...

Obviamente, já está no meu computador! :D
sábado, janeiro 23, 2010
terça-feira, janeiro 19, 2010
É preciso paciência...
Hoje aborreceu-me receber um comentário algo indelicado. O leitor não escreveu nenhuma palavra incorrecta, apenas usou o Fantasia Musical para fazer publicidade da sua escola de música.
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Se o tivesse solicitado, garanto-lhe que seria um prazer fazê-lo. No entanto, no espaço do comentário apenas escreveu o link para a sua página; assim, sem mais demoras. Irritou-me. Quer publicidade gratuita? Pois procure-a noutro lado!
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Como comportar-se num concerto de música erudita
Os diversos estilos de música têm os seus próprios rituais. Plateias de jazz aplaudem os músicos após cada improviso, cantores pop pedem à plateia para os acompanhar no refrão de algumas músicas e, para ir um pouco mais longe, o público de shows de música punk deve segurar os músicos que se atiram sobre a plateia. Com a música erudita ocorre o mesmo, mas os rituais da música de concerto podem parecer muito confusos.
O concertino e o maestro - Normalmente o líder dos violinos (concertino) espera até que a orquestra esteja posicionada para se dirigir à plataforma e receber aplausos. Uma nota de afinação soa e os músicos preparam os seus instrumentos. O público deve ficar em silêncio durante a afinação. De seguida, o maestro entra e recebe mais aplausos. Este cumprimenta o concertino, como representante de orquestra. Os músicos sentam-se e o maestro vira-se para a orquestra e a música começa. O maestro não se virará para o público até ao final da peça, que pode demorar de alguns minutos a mais de uma hora.
Quando aplaudir - A música poderá começar e parar algumas vezes. São os intervalos entre os movimentos, apontados nos programas de qualquer peça erudita. Mas somente quando a peça inteira se finda e o maestro baixa os seus braços e se vira para a plateia é que se deve aplaudir. Nunca entre intervalos dos movimentos. O maestro, então, deixa o palco e retorna ao palco repetidas vezes, enquanto os aplausos persistirem. Normalmente, o regente pedirá que alguns músicos ou toda a orquestra se levante para dividir os aplausos.
O solista e os intervalos - Após todo este entra-e-sai, aplausos e agradecimentos, o maestro acaba fora do palco enquanto a orquestra se prepara para a próxima peça. Estantes de música e músicos são adicionados ou retirados do palco. Eventualmente, quando todos estão prontos, o maestro volta ao palco para dirigir a próxima peça. Se houver um solista, este dirigir-se-á para a frente do palco com o maestro e normalmente é o centro da atenção.
Bravo, brava ou bravi - O público pode mostrar entusiasmo extra ao levantar-se enquanto aplaude ou gritando bravo!. Para ser política e gramaticalmente correcto, grite brava para mulheres e bravi para um grupo. Uma curiosidade: hoje em dia não há o costume de se vaiar apresentações consideradas abaixo do nível esperado, mas isto era muito comum há poucos anos e ainda acontece em algumas casas de ópera na Itália, onde há casos de cantores que têm de se refugiar de projécteis atirados pela plateia. No passado, as reacções eram mais violentas. O público tornou inesquecível a primeira apresentação da Sagração de Primavera, com grupos rivais digladiando-se com palavras e uivos. No tempo de Beethoven, tudo era muito diferente, o público da Nona Sinfonia gostou tanto do Scherzo que o aplaudiu enquanto a música ainda era tocada. Os concertos também eram muito diferentes. O Concerto de Violino de Beethoven foi tocado pela primeira vez a partir de seu manuscrito, sem nenhum ensaio e teve os seus movimentos divididos por uma sonata de Franz Clement, tocada com o violino de cabeça para baixo. A première da Symphonia Domestica de Strauss foi na loja de departamentos Wanamaker´s, em Nova Iorque.
Tossir - Mesmo plateias bem informadas cometem grandes gafes, como tossir de maneira violenta entre movimentos ou em momentos de silêncio em meio à performance. O silêncio pode ter especial significado em algumas obras e a acústica da sala de concerto é projectada de modo a amplificar e canalizar o som produzido para a sala inteira. Tossir? Só no fortíssimo. Os momentos de fortíssimo, quando a orquestra ataca com todas as suas forças seriam um momento mais próprio para a tosse.
Telemóvel - Sobre não desligar o telefone, ou mesmo atendê-lo, não é necessário tecer comentários.
De qualquer maneira aplauda e grite (ou vaie) com vontade. Os artistas querem saber o que você achou do concerto.
O concertino e o maestro - Normalmente o líder dos violinos (concertino) espera até que a orquestra esteja posicionada para se dirigir à plataforma e receber aplausos. Uma nota de afinação soa e os músicos preparam os seus instrumentos. O público deve ficar em silêncio durante a afinação. De seguida, o maestro entra e recebe mais aplausos. Este cumprimenta o concertino, como representante de orquestra. Os músicos sentam-se e o maestro vira-se para a orquestra e a música começa. O maestro não se virará para o público até ao final da peça, que pode demorar de alguns minutos a mais de uma hora.
Quando aplaudir - A música poderá começar e parar algumas vezes. São os intervalos entre os movimentos, apontados nos programas de qualquer peça erudita. Mas somente quando a peça inteira se finda e o maestro baixa os seus braços e se vira para a plateia é que se deve aplaudir. Nunca entre intervalos dos movimentos. O maestro, então, deixa o palco e retorna ao palco repetidas vezes, enquanto os aplausos persistirem. Normalmente, o regente pedirá que alguns músicos ou toda a orquestra se levante para dividir os aplausos.
O solista e os intervalos - Após todo este entra-e-sai, aplausos e agradecimentos, o maestro acaba fora do palco enquanto a orquestra se prepara para a próxima peça. Estantes de música e músicos são adicionados ou retirados do palco. Eventualmente, quando todos estão prontos, o maestro volta ao palco para dirigir a próxima peça. Se houver um solista, este dirigir-se-á para a frente do palco com o maestro e normalmente é o centro da atenção.
Bravo, brava ou bravi - O público pode mostrar entusiasmo extra ao levantar-se enquanto aplaude ou gritando bravo!. Para ser política e gramaticalmente correcto, grite brava para mulheres e bravi para um grupo. Uma curiosidade: hoje em dia não há o costume de se vaiar apresentações consideradas abaixo do nível esperado, mas isto era muito comum há poucos anos e ainda acontece em algumas casas de ópera na Itália, onde há casos de cantores que têm de se refugiar de projécteis atirados pela plateia. No passado, as reacções eram mais violentas. O público tornou inesquecível a primeira apresentação da Sagração de Primavera, com grupos rivais digladiando-se com palavras e uivos. No tempo de Beethoven, tudo era muito diferente, o público da Nona Sinfonia gostou tanto do Scherzo que o aplaudiu enquanto a música ainda era tocada. Os concertos também eram muito diferentes. O Concerto de Violino de Beethoven foi tocado pela primeira vez a partir de seu manuscrito, sem nenhum ensaio e teve os seus movimentos divididos por uma sonata de Franz Clement, tocada com o violino de cabeça para baixo. A première da Symphonia Domestica de Strauss foi na loja de departamentos Wanamaker´s, em Nova Iorque.
Tossir - Mesmo plateias bem informadas cometem grandes gafes, como tossir de maneira violenta entre movimentos ou em momentos de silêncio em meio à performance. O silêncio pode ter especial significado em algumas obras e a acústica da sala de concerto é projectada de modo a amplificar e canalizar o som produzido para a sala inteira. Tossir? Só no fortíssimo. Os momentos de fortíssimo, quando a orquestra ataca com todas as suas forças seriam um momento mais próprio para a tosse.
Telemóvel - Sobre não desligar o telefone, ou mesmo atendê-lo, não é necessário tecer comentários.
De qualquer maneira aplauda e grite (ou vaie) com vontade. Os artistas querem saber o que você achou do concerto.
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quinta-feira, janeiro 14, 2010
É já este domingo...
... que se inicia um novo espaço musical para as famílias. Claro que é em Lisboa [ :( ] mas não deixa de ser muitíssimo interessante e, desta vez, irei.
Bem, na verdade não estou a ser justa para o Carlos Semedo, pois afinal em Castelo Branco tem havido alguns bons espectáculos ao domingo de manhã para as famílias :D
terça-feira, janeiro 12, 2010
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Faz-vos lembrar algum conto infantil?
Eis uma exposição a que não gostaria de faltar. De 9 de Janeiro a 27 de Fevereiro, uma exposição de Ana Janeiro, na Galeria Paulo Amaro (Lisboa).
segunda-feira, janeiro 04, 2010
David Campbell elogia (Des)Concertante
Já aqui falei, por diversas vezes, do fantástico grupo de Música de Câmara (Des)Concertante Trio, ora anunciando concertos ora divulgando prémios por eles recebidos. A junção entre o Clarinete do Sérgio Neves, o Acordeão da Carisa Marcelino e o Violoncelo da Ana Luísa Marques é particularmente interessante pela sua originalidade! Desde o início desta formação, tenho procurado seguir o seu percurso artístico, pois sei que é um trio com futuro.
Ontem agradou-me imenso saber que há já alguns críticos internacionais que divulgam o grupo assim:

Esta é uma crítica de David Campbell, inserida na revista Clarinet & Saxophone Magazine referente ao ClarinetFest 2009 Oporto, este ano ocorrido na Casa da Música.
Concerto de Reis
O Coro Anonymus, amigo do Cantar no CRCB, enviou-nos este convite que não posso deixar de partilhar convosco. Se puderem, vão até lá!
Para saberem mais pormenores sobre este concerto, o melhor é darem um salto até aqui.
Para saberem mais pormenores sobre este concerto, o melhor é darem um salto até aqui.sábado, janeiro 02, 2010
quinta-feira, dezembro 31, 2009
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Vês como gostas de ópera?
Imagina que estás num qualquer mercado e, de repente, observas o seguinte:
Seria divertido, não é verdade?
Seria divertido, não é verdade?
domingo, dezembro 27, 2009
domingo, dezembro 20, 2009
sábado, dezembro 19, 2009
Fim-de-semana em grande!
No sábado estarei com os coros Vox On A/B interpretando a obra "Natal do Menino" de Sérgio Azevedo. Fiz umas pequenas adaptações: em vez das 4 Flautas, apresentaremos Flauta, Oboé, e 2 Clarinetes, para além do Vibrafone e Jogo de Sinos em vez dos 2 Metalofones indicados. Digamos que a necessidade assim o obrigou. No entanto, gosto do que oiço; espero que também gostem! Por acaso, gostaria também de saber a opinião do autor, mas não tenho coragem de lhe contar a minha ousadia ;)No domingo será a vez do coro Voximix interpretando dois espirituais negros e uma obra de J. Rutter, na localidade onde sou professora de 2º ciclo. Espero ver por lá muitos alunos...
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P.S.: Para grande surpresa minha, recebi hoje uma mensagem do próprio Sérgio Azevedo. Uma honra... :D Transcrevo-a aqui com algumas restrições, a pedido do próprio:
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Cara amiga
Por acaso dei com esta notícia sobre a minha obra "Natal do Menino", que muito me apraz que executem. Não me importo que substituam os instrumentospor outros na mesma tessitura, compreendo que nem sempre será possível usar os instrumentos previstos, mas neste tipo de peças infantis destinadas a escolas e coros de crianças é normal que essas adaptações tenham por vezes de ser feitas. Gostaria de ter uma gravação, se fizessem alguma, ou mesmo um vídeo. Acha que seria possível?
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E termina enviando o email e nº de telemóvel para o envio da gravação e solicitando ainda que estes dados não sejam publicados, por motivo óbvios.
Fiquei tão surpreendida (e confesso que assustada) que demorei alguns segundos a abrir a mensagem ;)
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Cheguei agora do concerto. Gostámos imenso da obra e penso que isso se nota na forma como os meus alunos a interpretaram. O concerto não foi perfeito, mas isso também faz parte do espectáculo. Só quem não é músico não saberá isso; mas foi, sem dúvida, vivido de forma intensa, tal como poderão ver na gravação que aqui colocarei logo que tenha tempo. Obviamente teremos o maior prazer em lhe enviar uma gravação. Será uma honra poder contar com a sua opinião. O que escrevi na mensagem há uns dias era mesmo sentido :D
terça-feira, dezembro 15, 2009
Não tenho paciência para demagogias...
"Um grande defensor do ambiente chegou a Copenhaga no seu avião privado. O príncipe Carlos, eterno herdeiro do trono britânico, começou a falar destes assuntos na década de 70." Acabo de ouvir a notícia na TV. Fantástico! Tão querido... tão defensor do ambiente e faz tudo pelo ambiente. Até consegue ir num avião mais pequeno e poupadinho... Falta-me paciência!
segunda-feira, dezembro 14, 2009
quinta-feira, dezembro 10, 2009
terça-feira, dezembro 08, 2009
Diário de uma viagem
International Flute Competition em Aversa I
A minha filha mais velha e o marido já regressaram de Itália. Uf!... Quando saem (ainda por cima de avião) fico sempre "com o coração nas mãos" ;)
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Mas correu tudo bem. A carolina participou num concurso internacional de Flauta em Aversa. Não ganhou prémios, mas ganhou experiência e divertiu-se imenso. Acabou mesmo por receber "umas lições" do flautista do júri, Felix Renggli. São sempre experiências enriquecedoras.
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Foi uma dos 98 concorrentes, sendo que não foi atribuído 1º prémio. Já se vê a exigência do concurso. Em 2º lugar ficou uma russa e em 3º lugar ex-aequo um francês e uma sul-coreana.

Conseguem descobrir a Carolina?
Aprendendo...
A página web do CRCB vai ser no wordpress. Preciso urgentemente de aprender a andar por lá de forma mais livre... Queria ser uma fada, fazer "Plim!..." e pronto. Acham que resulta se o pedir ao Pai Natal?
sábado, dezembro 05, 2009
sexta-feira, dezembro 04, 2009
Cansaço, cansaço...
Filha mais velha e marido em Itália. Filha mais nova em fase de testes e apresentação de trabalhos. 20 anos de casamento comemorados ao telefone. Ensaios suplementares com os coros e com o grupo de música de câmara. Criação do facebook para o CRCB. Audição Musical. Aulas, testes, provas de flauta de bisel, árvore de Natal musical, jornal do Agrupamento, criação de jornal online, assessoria, ementas, notícias, emails, últimos contactos... Ai!
Quando é a interrupção lectiva?
domingo, novembro 29, 2009
Uma excelente notícia
Pode ler-se no blogue de divulgação musical Folhas Pautadas que os músicos Luísa Tender e Bruno Borralhinho vão lançar em todo o mundo um duplo CD com obras para violoncelo solo e com piano, no final do ano de 2009. Este CD, denominado "Página Esquecida", tem como objectivo primordial a divulgação do repertório português incluindo obras de compositores como Luís de Freitas Branco, Armando José Fernandes, Frederico de Freitas, Luiz Costa, Cláudio Carneyro, Joly Braga Santos, Fernando Lopes-Graça, Jorge Peixinho e António Vitorino de Almeida.
Em Portugal, esse lançamento está previsto para o dia 7 de Dezembro às 18H30 na Casa da Música (Cybermúsica). O evento será transmitido em directo pela Antena 2. No dia seguinte estarão na Covilhã num recital no Cine-Teatro às 21H30.
É ou não é uma notícia fantástica?
Para mais informações consultar o blogue do projecto "Página Esquecida".
segunda-feira, novembro 23, 2009
sexta-feira, novembro 20, 2009
quarta-feira, novembro 18, 2009
Aprender brincando
Estes vídeos fazem-me recordar o outro das escadas que foram transformadas em piano, o que levou a uma modificação do comportamento humano. Observem como o jogo conduz a comportamentos "verdes":
FANTÁSTICO!
FANTÁSTICO!
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Sempre bem dispostos, claro!...
iPod Video Projector...


