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segunda-feira, outubro 15, 2012
sábado, junho 23, 2012
sábado, agosto 13, 2011
segunda-feira, março 28, 2011
sábado, março 26, 2011
segunda-feira, março 07, 2011
domingo, dezembro 05, 2010
domingo, novembro 14, 2010
Curso rápido de Economia
Um viajante chega a uma cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de 100,00 euros e pede para ver um quarto.
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Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de 100,00 e vai à mercearia ao lado pagar uma dívida antiga, exactamente de 200 euros.
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Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida também de 200 euros que tinha há muito.
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O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à farmácia para liquidar uma dívida que aí tinha de... 200,00.
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O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma casa de alterne ali ao lado liquidar uma dívida com uma prostituta. Coincidentemente, a dívida era de 200 euros.
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A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: 200 euros. Ela avisa o gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.
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Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel. Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!
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(recebido por email)
quarta-feira, outubro 27, 2010
terça-feira, outubro 19, 2010
domingo, agosto 01, 2010
segunda-feira, julho 12, 2010
Já não é uma crónica nova...
... mas continua actualizadíssima!! :D
Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida. É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores. Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.
Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida. É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores. Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.
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O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-la-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não. A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento.
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O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais - até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas.
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Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão. Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo.
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Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta. Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo.
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Ricardo Araújo Pereira
in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão
sexta-feira, junho 11, 2010
Ai!...
CRIDO DEÁRIO!
29 de Junho de 2009
paçei o 5º anuh. A p*ta da stora de mat, k é a nossa dt, n m kria deixar paçar pk eu tnh nega a td menus a ginástica, pk jogo bem há bola, e o crl... mas a gaija f*deu-se puke a ministra da idukaxão mandou dizer ao ppl k penxam q mandam aí nas xkolas masé pa baixarem os kornos k tds os socios com menos de 12 anus teiem de paçar... axu bem.
29 de Junho de 2010
passei o 6º anuh. ainda bem q ainda n fiz 13 anus, q ódpx podia n passar, qesta cena de passar com buéda negas é só até aos 12...f*da-se, fiquei buéda f*dido na m*rda deste ano, e ó c*ralho, o pan*leiro do stor d educassão física deu-me a m*rda do 2... assim tive nega a tudo... ainda bem q a ministra da iduqaxão é porreira, ela é qé uma sócia sbem: a xqola n serve pa nada, é uma seca. tive q aprender que os K's se escrevem Q, qomo em "xqola" e não "xkola", e que "passar" não é qom Ç... a xqola é porreira só pa qurtir qas damas qd gente se balda...
29 de Junho de 2011
Passei o 7º ano. Exte anuh ia chumbando pq tive nega a qase td menos a área de projetuh, mas aqela cena tb é facil, n se fax nd... Exte anuh a dt disseme q eu passava pq tinha aprendido qas fraxex qomexam qom letra maiúscula e pq m abituei a exqrever qom Q em vez de K, tipuh agora ja xei xqrever "eu qomo qogumelos qom quentruhs" em vez de "eu komo kogumelos kom kuentruhs". É fixolas, pode xer qum dia venha a ser um gamela famôzo...
29 de Junho de 2013
Passei o 9º ano. Foi buéda fácil, pqu a prof paxou-me logo. Fui ao quadro xqurever uma sena em qu dezia tipuh "aquela janela", e eu exqurevi "aqela janela", pqu dixeram-me qu n se xkqureve "akela", é quom Q e não quom K. Mas a profs desatinou quomiguh e dixe qu eu tnh qu pôr o U à frente do Q... Pur ixu exte anuh aprendi qu o Q leva U à frente. No próximuh anuh é o 10º, vou pá sequndária...
29 de Junho de 2014
Aquabei o 10º ano. Não foi muituh difícil só tive que aprender-mos a não exqureverem quom aberviaturas purque nem todas as palavras xe puderam aberviar mas ixtu foi uma bequa para o quompliquado purque quom esta sena do QU em vex de K e das aberviaturas exqueceramme de quomo é que se faxião os verbuhs nos tempuhs e nas pexoas, ou lá o que é... Mas a prof disse tass bem que no prócimo anuh a gente vê ixu.
29 de Junho de 2015
Passou o 11º ano. Foi mais fácil que o 10º. Aprendi que as frases devem ser mais qurtax. E aprendi também que "ano" não esqureve "anuh". Axo que no prócimo ano vai ser mais difícil. Purque a xeguir é a faquldade.
29 de Junho de 2016
Acabou o 12º. Fiquei buéda confuso porque tive de aprender a diferenxa entre usar o QU e o C, tipo "esCrever" e não "esQUrever". Quando eu usava o K era buéda mais fácil... A prof de português é buéda religiosa e anda a ouvir vozes de deus, porque dixe-me que eu não merexia passar, mas "xão ordens lá de xima"...
29 de Junho de 2017
Já fiz o primeiro ano da faculdade. Estou em ingenharia cevil na universidade lusófona. Tive um stor buéda mal iducado que me disse que eu era um ignorante porque às vezes escrevia com X em vez de CH, S ou C. Mas o meu pai veio cá com uma moca de rio maior e chegou-lhe a rôpa ao pelo. E depois fomos fazer queixa do gajo e a ministra despediu-o porque o gajo, não sei quê, parece que quis vir estragar aqui um muro nosso. Mas não sei essas senas. O meu pai é que me explicou uma cena qualquer de "danos murais"... O que é bom é que a ministra da iducação continua a mandar aqui nestes sócios da faculdade para eles não levantarem a garimpa contra nós.
29 de Junho de 2019
Acabei a minha licenciatura porque a ministra da iducação disse que tinhamos que passar sempre mesmo que não tivessemos notas, para não ficarmos astigmatizados. Acho que é uma cena que dá nos olhos quando se estuda muito. Agora vou fazer um mestrado e disseram-me que, quando acabar, vou ficar mestre. Eu quero ser de Kung-Fu.
29 de Junho de 2021
Já sou mestre. Afinal não sou de Kung Fu, sou de engenharia cevil. Os meus profs disseram que eu não devia estar em mestrado porque ainda não estava preparado, mas eu disse que o meu pai tinha uma moca de rio maior e que era amigo da ministra e já tinha mandado um bacano da laia deles para a rua e eles calaramsse. Agora vou fazer um doutoramento, porque a ministra da iducação diz que se não deixarem um aluno fazer o doutoramento só por causa das notas, ele fica com a auto-estima em baixo e isso perjudica a aprendizajem.
29 de Junho de 2023
Sou doutor. O meu orientador da tese ficou muito satisfeito porque eu já não dou erros ortográficos: ao longo destes dois anos, aprendi a escrever "engenharia civil" em vez de "ingenharia cevil" e também porque aprendi que a ministra é da "educação" e não da "iducação", mas lê-se assim. Entretantos casei. A minha dama chama-se Sónia e os pais dela ficaram muito felizes por ela ir casar com um doutor em engenharia civil. Ela não sabe ler nem escrever: só fez até ao 2º ano da licenciatura e depois foi trabalhar para o Minipreço. Já tá grávida.
29 de Outubro de 2023
Nasceu o meu filho! Chamei-lhe Júnior porque ele é mais novo que eu.
29 de Agosto de 2029
O Júnior vai fazer 6 anos daqui a 2 meses. Devia entrar para a escola este ano, mas estive a pensar muito bem e não o vou pôr na escola. Ele não precisa daquilo para nada, aprende em casa. Eu ensino-lhe a ler, que sou doutor, e a mãe ensina-lhe a fazer contas, que é caixa no Minipreço. A escola não vale nada. Acho que o sistema de ensino hoje em dia é uma m*rda. No meu tempo é que era bom.
(recebido por email)
29 de Junho de 2009
paçei o 5º anuh. A p*ta da stora de mat, k é a nossa dt, n m kria deixar paçar pk eu tnh nega a td menus a ginástica, pk jogo bem há bola, e o crl... mas a gaija f*deu-se puke a ministra da idukaxão mandou dizer ao ppl k penxam q mandam aí nas xkolas masé pa baixarem os kornos k tds os socios com menos de 12 anus teiem de paçar... axu bem.
29 de Junho de 2010
passei o 6º anuh. ainda bem q ainda n fiz 13 anus, q ódpx podia n passar, qesta cena de passar com buéda negas é só até aos 12...f*da-se, fiquei buéda f*dido na m*rda deste ano, e ó c*ralho, o pan*leiro do stor d educassão física deu-me a m*rda do 2... assim tive nega a tudo... ainda bem q a ministra da iduqaxão é porreira, ela é qé uma sócia sbem: a xqola n serve pa nada, é uma seca. tive q aprender que os K's se escrevem Q, qomo em "xqola" e não "xkola", e que "passar" não é qom Ç... a xqola é porreira só pa qurtir qas damas qd gente se balda...
29 de Junho de 2011
Passei o 7º ano. Exte anuh ia chumbando pq tive nega a qase td menos a área de projetuh, mas aqela cena tb é facil, n se fax nd... Exte anuh a dt disseme q eu passava pq tinha aprendido qas fraxex qomexam qom letra maiúscula e pq m abituei a exqrever qom Q em vez de K, tipuh agora ja xei xqrever "eu qomo qogumelos qom quentruhs" em vez de "eu komo kogumelos kom kuentruhs". É fixolas, pode xer qum dia venha a ser um gamela famôzo...
29 de Junho de 2013
Passei o 9º ano. Foi buéda fácil, pqu a prof paxou-me logo. Fui ao quadro xqurever uma sena em qu dezia tipuh "aquela janela", e eu exqurevi "aqela janela", pqu dixeram-me qu n se xkqureve "akela", é quom Q e não quom K. Mas a profs desatinou quomiguh e dixe qu eu tnh qu pôr o U à frente do Q... Pur ixu exte anuh aprendi qu o Q leva U à frente. No próximuh anuh é o 10º, vou pá sequndária...
29 de Junho de 2014
Aquabei o 10º ano. Não foi muituh difícil só tive que aprender-mos a não exqureverem quom aberviaturas purque nem todas as palavras xe puderam aberviar mas ixtu foi uma bequa para o quompliquado purque quom esta sena do QU em vex de K e das aberviaturas exqueceramme de quomo é que se faxião os verbuhs nos tempuhs e nas pexoas, ou lá o que é... Mas a prof disse tass bem que no prócimo anuh a gente vê ixu.
29 de Junho de 2015
Passou o 11º ano. Foi mais fácil que o 10º. Aprendi que as frases devem ser mais qurtax. E aprendi também que "ano" não esqureve "anuh". Axo que no prócimo ano vai ser mais difícil. Purque a xeguir é a faquldade.
29 de Junho de 2016
Acabou o 12º. Fiquei buéda confuso porque tive de aprender a diferenxa entre usar o QU e o C, tipo "esCrever" e não "esQUrever". Quando eu usava o K era buéda mais fácil... A prof de português é buéda religiosa e anda a ouvir vozes de deus, porque dixe-me que eu não merexia passar, mas "xão ordens lá de xima"...
29 de Junho de 2017
Já fiz o primeiro ano da faculdade. Estou em ingenharia cevil na universidade lusófona. Tive um stor buéda mal iducado que me disse que eu era um ignorante porque às vezes escrevia com X em vez de CH, S ou C. Mas o meu pai veio cá com uma moca de rio maior e chegou-lhe a rôpa ao pelo. E depois fomos fazer queixa do gajo e a ministra despediu-o porque o gajo, não sei quê, parece que quis vir estragar aqui um muro nosso. Mas não sei essas senas. O meu pai é que me explicou uma cena qualquer de "danos murais"... O que é bom é que a ministra da iducação continua a mandar aqui nestes sócios da faculdade para eles não levantarem a garimpa contra nós.
29 de Junho de 2019
Acabei a minha licenciatura porque a ministra da iducação disse que tinhamos que passar sempre mesmo que não tivessemos notas, para não ficarmos astigmatizados. Acho que é uma cena que dá nos olhos quando se estuda muito. Agora vou fazer um mestrado e disseram-me que, quando acabar, vou ficar mestre. Eu quero ser de Kung-Fu.
29 de Junho de 2021
Já sou mestre. Afinal não sou de Kung Fu, sou de engenharia cevil. Os meus profs disseram que eu não devia estar em mestrado porque ainda não estava preparado, mas eu disse que o meu pai tinha uma moca de rio maior e que era amigo da ministra e já tinha mandado um bacano da laia deles para a rua e eles calaramsse. Agora vou fazer um doutoramento, porque a ministra da iducação diz que se não deixarem um aluno fazer o doutoramento só por causa das notas, ele fica com a auto-estima em baixo e isso perjudica a aprendizajem.
29 de Junho de 2023
Sou doutor. O meu orientador da tese ficou muito satisfeito porque eu já não dou erros ortográficos: ao longo destes dois anos, aprendi a escrever "engenharia civil" em vez de "ingenharia cevil" e também porque aprendi que a ministra é da "educação" e não da "iducação", mas lê-se assim. Entretantos casei. A minha dama chama-se Sónia e os pais dela ficaram muito felizes por ela ir casar com um doutor em engenharia civil. Ela não sabe ler nem escrever: só fez até ao 2º ano da licenciatura e depois foi trabalhar para o Minipreço. Já tá grávida.
29 de Outubro de 2023
Nasceu o meu filho! Chamei-lhe Júnior porque ele é mais novo que eu.
29 de Agosto de 2029
O Júnior vai fazer 6 anos daqui a 2 meses. Devia entrar para a escola este ano, mas estive a pensar muito bem e não o vou pôr na escola. Ele não precisa daquilo para nada, aprende em casa. Eu ensino-lhe a ler, que sou doutor, e a mãe ensina-lhe a fazer contas, que é caixa no Minipreço. A escola não vale nada. Acho que o sistema de ensino hoje em dia é uma m*rda. No meu tempo é que era bom.
(recebido por email)
sábado, maio 08, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
quarta-feira, abril 07, 2010
terça-feira, março 30, 2010
sábado, março 20, 2010
A escrita original de Fabião Baptista
Orquestra da ESART regressa ao palco
Por: Fabião Baptista
19 de Março de 2010 às 17:55h
Jornal "Reconquista"
A Orquestra Sinfónica da ESART, Escola Superior de Artes Aplicadas, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, proporcionou, mais uma vez, uma sublime demonstração da arte de bem interpretar música clássica. Foi um concerto de música erudita, onde uma plêiade de jovens estrelas, brilharam com todo o fulgor, no auditório do Cine Teatro Avenida, com uma plateia bastante bem composta de espectadores.
Por: Fabião Baptista
19 de Março de 2010 às 17:55h
Jornal "Reconquista"
A Orquestra Sinfónica da ESART, Escola Superior de Artes Aplicadas, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, proporcionou, mais uma vez, uma sublime demonstração da arte de bem interpretar música clássica. Foi um concerto de música erudita, onde uma plêiade de jovens estrelas, brilharam com todo o fulgor, no auditório do Cine Teatro Avenida, com uma plateia bastante bem composta de espectadores.
Sob a batuta do maestro Pedro Neves, o concerto iniciou-se com os intérpretes a executarem uma “Suite Checa”, em ré maior, Opus 39, de autoria de Antonin Dvorak. Esta partitura apresentou vários ritmos musicais de danças populares da Checoslováquia, que tiveram a introdução de um “prelúdio”, de notável inspiração criadora.
De seguida foram executados vários trechos de música sinfónica, representativos de óperas e bailados bem típicos da Checoslováquia, de acentuada inspiração nacionalista, onde transparecia a musicalidade peculiar das danças tradicionais checas, de grande sabor artístico e timbre etnográfico, pela sua peculiaridade, sobressaíando o espírito tradicional checo e a sua aspiração latente de liberdade religiosa. O primeiro andamento desta partitura, de grande impasse instrumental, teve lugar com um “allegro moderato”, num prelúdio de carácter bucólico ou pastoril, a fim de que os intérpretes se ambientassem aos seus instrumentos. No segundo andamento, interpretaram uma “polca”, dança de origem boémia, viva, a dois tempos, com acentuação nos três primeiro meios-tempos. No terceiro andamento, executaram uma dança de ritmo francês. No quarto, uma “romança”, música romântica e muito sentimental, rematando a interpretação desta partitura, com um andamento rápido, vigoroso, quase em fúria instrumental.
Após um brevíssimo intervalo, seguiu-se a “Sinfonia, n.º 2”, em ré maior, (Opus 43), escrita pelo compositor e violonista, Jean Sibelius, uma partitura ampla, vigorosa e audaz, com seus sublimes e bem característicos quatro andamentos, onde se revela um temperamento musical de primeira grandeza polifónica, sempre fiel ao seu espírito nacionalista e arrebatamento patriótico que lhe fervia na alma de músico inconformado. No primeiro andamento, a melodia é de acentuado sabor pastoril, própria da vida pacífica da Finlândia, em épocas de acalmia e liberdade. Durante o transcorrer desta partitura, há momentos de expressiva tensão musical e de grande fluidez interpretativa, através de progressivas intervenções dos instrumentos de cordas, numa perfeita simbiose com os metais e instrumental de percussão. Também as madeiras se aliavam à figuração das cordas, dando lugar a momentos algo nostálgicos, com as intervenções das trompas, dos fagotes e da tuba. No segundo andamento, surge um artístico e complexo desenvolvimento, entoado por toda a orquestra, numa expressiva arquitectura musical, através de uma imponente intervenção dos metais, o que redunda num efeito magnífico e majestoso. Por fim, em jeito de “sonata”, o quarto andamento apresenta várias nuances, terminando a orquestra num progressivo e contínuo crescendo, até rematar num arrebatamento triunfal.
Após um brevíssimo intervalo, seguiu-se a “Sinfonia, n.º 2”, em ré maior, (Opus 43), escrita pelo compositor e violonista, Jean Sibelius, uma partitura ampla, vigorosa e audaz, com seus sublimes e bem característicos quatro andamentos, onde se revela um temperamento musical de primeira grandeza polifónica, sempre fiel ao seu espírito nacionalista e arrebatamento patriótico que lhe fervia na alma de músico inconformado. No primeiro andamento, a melodia é de acentuado sabor pastoril, própria da vida pacífica da Finlândia, em épocas de acalmia e liberdade. Durante o transcorrer desta partitura, há momentos de expressiva tensão musical e de grande fluidez interpretativa, através de progressivas intervenções dos instrumentos de cordas, numa perfeita simbiose com os metais e instrumental de percussão. Também as madeiras se aliavam à figuração das cordas, dando lugar a momentos algo nostálgicos, com as intervenções das trompas, dos fagotes e da tuba. No segundo andamento, surge um artístico e complexo desenvolvimento, entoado por toda a orquestra, numa expressiva arquitectura musical, através de uma imponente intervenção dos metais, o que redunda num efeito magnífico e majestoso. Por fim, em jeito de “sonata”, o quarto andamento apresenta várias nuances, terminando a orquestra num progressivo e contínuo crescendo, até rematar num arrebatamento triunfal.
sábado, fevereiro 27, 2010
Curiosidades filosóficas
O frango atravessou a rua... porquê?
Professora do Ensino Primário
"Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."
Criança
"Porque sim."
Platão
"Porque queria alcançar o Bem."
Aristóteles
"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."
Descartes
"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."
Rousseau
"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva
atravessar a rua."
Freud
"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um
sintoma de insegurança sexual."
Darwin
"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma
natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los
dotados da capacidade de cruzar a rua."
Einstein
"Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao
frango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo."
Martin Luther King
"Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem
cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango
sonhou."
George W. Bush
"Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu
arsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar o
frango."
Cavaco Silva
"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa
de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura
favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."
José Sócrates
"O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos.
Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua
para os frangos não terem de a atravessar."
Mário Soares
"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou
atravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que
eu atravesse outra vez a rua!!!"
Manuel Alegre
"O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele
atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a
desgraça, o vento nada lhe diz!"
Jerónimo de Sousa
"A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que
pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a
sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo
socialista melhor e mais justo!"
Francisco Louçã
"Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista
o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma
mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"
Valentim Loureiro
"Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É
mentira...!!! É tudo mentira!!!"
Paulo Bento
"O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamos
e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é
muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!"
(recebido por email)
Professora do Ensino Primário
"Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua."
Criança
"Porque sim."
Platão
"Porque queria alcançar o Bem."
Aristóteles
"Porque é da natureza do frango atravessar a rua."
Descartes
"O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe."
Rousseau
"O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva
atravessar a rua."
Freud
"A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um
sintoma de insegurança sexual."
Darwin
"Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de forma
natural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-los
dotados da capacidade de cruzar a rua."
Einstein
"Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção ao
frango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo."
Martin Luther King
"Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podem
cruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frango
sonhou."
George W. Bush
"Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seu
arsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar o
frango."
Cavaco Silva
"Porque é que atravessou a rua, não é importante. O que o país precisa
de saber é que, comigo, o frango vai dispor de uma conjuntura
favorável. Não colocarei entraves para o frango atravessar a rua."
José Sócrates
"O meu governo foi o que construiu mais passadeiras para frangos.
Quando for reeleito, vou construir galinheiros de cada lado da rua
para os frangos não terem de a atravessar."
Mário Soares
"Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vou
atravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem que
eu atravesse outra vez a rua!!!"
Manuel Alegre
"O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Ele
atravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala a
desgraça, o vento nada lhe diz!"
Jerónimo de Sousa
"A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas que
pretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar a
sua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundo
socialista melhor e mais justo!"
Francisco Louçã
"Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racista
o frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É uma
mesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!"
Valentim Loureiro
"Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É
mentira...!!! É tudo mentira!!!"
Paulo Bento
"O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamos
e foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda é
muito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!"
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