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sábado, maio 29, 2010

Esta semana não aconteceu nada de interessante por cá...


Sendo fã incondicional do jornal regional Reconquista, pela qualidade e variedade da informação que publica nas suas edições em papel, entristece-me receber a informação semanal do Reconquistv e quase só encontrar referências a futebol. Quero lá saber disso!! Se pelo menos estas notícias viessem no meio de outras mais importantes... :(
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Relembro que estamos a meio de do 16º Festival "Primavera Musical" e tantos e tão bons espectáculos temos tido o prazer de assistir. Muitos deles com pouquíssimo público. Não será também essa a função de um jornal regional? Se o público não sabe da existência, não vai. Se o público sabe que vai haver um concerto mas não tem informação sobre quem são os intérpretes e a sua qualidade, poderá não se sentir tentado a ir.
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Mais ainda, o CRCB tem apresentado inúmeros concertos, audições, associou-se às comemorações do centenário do Museu Tavares Proença Júnior, é o Promotor do "Primavera Muscal" e o Reconquistv ainda não divulgou nenhum destes acontecimentos (pelo menos que seja do meu conhecimento!).
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Obviamente, faço questão de contactar o Reconquista sobre este assunto. É através de públicos atentos e participativos que os media poderão crescer e desenvolver-se.

sábado, junho 20, 2009

A rádio no jornal...

Este post é especialmente dedicado ao Pianoman, por motivos óbvios: a sua rádio já chegou aos media do Interior. Foi no Jornal do Fundão desta semana (por acaso, também foi feita uma referência na Gazeta do Interior). Prevê-se uma rápida ascenção na carreira desta jovem rádio :D

terça-feira, janeiro 20, 2009

Editorial do jornal Ensino Magazine de Dez 2008

Não resisto a aqui colocar o editorial do jornal Ensino Magazine de Dezembro de 2008, onde o seu director, o professor João Ruivo (ex-director do Instituto Politécnico de Castelo Branco), questiona a exequibilidade da avaliação entre pares nos moldes em que nos é proposto pelo ministério da educação.

Avaliar professores é fácil?
João Ruivo

Não! A avaliação de professores não é uma tarefa simples. Que o digam os supervisores que, durante décadas, promoveram a formação inicial e permanente dos nossos docentes. Para avaliar professores requerem-se características pessoais e profissionais especiais, para além de uma formação especializada e de centenas de horas de treino, dedicadas à observação de classes e ao registo e interpretação dos incidentes críticos aí prognosticados.

Cuidado com as ratoeiras! Quem foi preparado para avaliar alunos não está, apenas pelo exercício dessa função, automaticamente preparado para avaliar os seus colegas…

A avaliação de professores é uma tarefa complexa. Desde logo, requer um perfil específico do avaliador. Ou seja, nem todos os professores reúnem as condições para avaliarem. O avaliador terá que ser uma pessoa com conhecimentos especializados, com enorme sensibilidade, com capacidade analítica e de comunicação empática, com experiência de ensino e elevada responsabilidade social. Terá que ser um profissional que sabe prestar atenção, sabe escutar, sabe clarificar, sabe encorajar e ajudar a encontrar soluções, sabe dar opiniões, e que sabe ainda negociar, orientar, estabelecer critérios e assumir todo o risco das consequências da sua acção.
É necessário que domine com rigor as técnicas de registo e de observação de aulas, conheça as metodologias de treino de competências, os procedimentos de planeamento curricular, e as estratégias de promoção da reflexão crítica sobre o trabalho efectuado.

Escolher um avaliador obriga a uma selecção aturada, fundamentada, baseada em critérios de indiscutível mérito e, depois, a uma demorada formação específica e especializada. Para que uma avaliação tenha consequências, o avaliado não pode ter quaisquer dúvidas sobre o mérito do avaliador.

Avaliar é uma tarefa periscópica. O avaliador é chamado a pronunciar-se sobre inúmeros domínios sobre os quais se reflecte o pluridimensional acto de ensinar. Quando avalia, olha o professor sobre variadíssimos ângulos e prismas: aprecia o professor enquanto pessoa, como membro de uma comunidade profissional, como técnico qualificado na arte de ensinar e como especialista das matérias que ensina.

Por outras palavras o avaliador avalia o professor em vertentes tão diferenciadas quanto o são o seu ser, o seu saber e o seu saber fazer. Logo, o avaliador tem que estar atento a um grande número de variáveis que intervêm na função docente: variáveis de produto, de processo, de presságio, de carácter pessoal e profissional…

O avaliador recolhe elementos que permitam avaliar, e depois classificar, o professor enquanto tenta responder às seguintes questões: Onde ensina? O que é que ele ensina? Como é que ensina? O que aprendem os seus alunos? Como se auto avalia? Que capacidade tem para reformular a sua actuação? Com que profundidade domina as matérias que pretende ensinar?

O avaliador não trabalha com o professor apenas na sala de aula. Ele tem que apreender o modo como o professor se envolve com os seus alunos numa situação de classe, mas também como este se implica junto da comunidade escolar e na sociedade que envolve a escola. Porque trabalha com ele como profissional, mas também enquanto pessoa.

Formar um avaliador leva tempo, elevadas doses de paciência, muito treino e conhecimento especializado. A escolha de um avaliador não pode ser casual e, sobretudo, não pode depender de critérios político administrativos.

Porquê? Porque o avaliador tem que saber verificar não só o que os professores fazem, mas também como o fazem e, simultaneamente, garantir a melhoria da qualidade da sua intervenção na sala de aula, bem como a qualidade do produto, isto é, da aprendizagem dos alunos.
Por isso mesmo a avaliação de um professor não pode ser uma actividade episódica, pontual e descontinuada. A avaliação de um professor requer uma actividade continuada, porque importam mais as actividades de reformulação que venham a ser consideradas do que o simples diagnóstico da sua actual situação. A avaliação de um professor é então uma actividade projectada no futuro.

Avaliar um professor é, pois, dizíamos, uma tarefa muito, mesmo muito complexa. Simples, muito simples mesmo, é avaliar um ministro que pensa ser possível reduzir a avaliação dum professor a uma mera empreitada administrativa, compilada em duas páginas de panegíricos ou de recriminações.

ruivo@rvj.pt

quinta-feira, maio 24, 2007

Jovens dão vida nova à escola

O trabalho de projecto da minha direcção de turma vem, esta semana, no jornal "Reconquista". Podem ver em http://www.reconquista.pt/ na secção "Alcains".

Se quiserem ver fotos, então o melhor é irem a http://melhorambientemaisescola.blogspot.com e podem deixar comentários ;-D

quarta-feira, maio 23, 2007

Orquestra da ESART

Agora mudo de assunto e aproveito para recomendar a leitura do jornal regional "Povo da Beira", uma vez que traz (na penúltima página) um assunto que muito me toca: o convite por parte da direcçao pedagógica da Escola Superior de Artes de Castelo Branco, dirigido à Carolina Patrício, para participar no estágio de orquestra que decorreu entre 14 e 20 de Maio.
Nos concertos de 18 (Cineteatro Avenida de Castelo Branco) e 20 (Coliseu do Porto) foi estreada a obra do maestro António Vitorino de Almeida "Sinfonia para um Homem Bom".
Foi, de facto, uma óptima oportunidade para a minha filha.
Podem imaginar a sua alegria! ;-)