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sexta-feira, setembro 19, 2014
terça-feira, setembro 02, 2014
Depressão: uma doença comum e difícil de aguentar :(
Depressão não é uma tristeza qualquer, nem sempre corresponde apenas a uma fase e muito menos é fácil. A doença atinge cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo e não tem preconceito: homens, mulheres, crianças, velhos, jovens, ricos e pobres, todos podem ser afectados por ela.
Mas, fazer com que alguém que nunca sofreu desse esse mal o entenda, nem sempre é fácil. Por isso, a Organização Mundial de Saúde resolveu criar, em parceria com o escritor e ilustrador Matthew Johnstone, um vídeo de animação que mostra de forma simples e directa o que é a depressão e, o mais importante, como é possível se livrar dela.
domingo, outubro 09, 2011
Estamos todos loucos
O vídeo é um pouco extenso, mas vale a pena vê-lo...
Já agora, não se ouve nele falar da hiperatividade, mas o sistema deve ser exatamente o mesmo! Claramente!! Basta ver como o número de crianças com esta disfunção disparou nos últimos anos :(
Já agora, não se ouve nele falar da hiperatividade, mas o sistema deve ser exatamente o mesmo! Claramente!! Basta ver como o número de crianças com esta disfunção disparou nos últimos anos :(
terça-feira, dezembro 28, 2010
A saúde mental dos portugueses

(Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público, 2010-06-21)
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
segunda-feira, maio 03, 2010
segunda-feira, outubro 19, 2009
Houve um "clic" e não sei muito bem quando, nem qual a razão
Na passada quinta-feira, após uma reunião, a colega de Educação Física perguntou-me o que se passava comigo. Este ano, tem-me sentido mais triste...
sábado, outubro 10, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
segunda-feira, setembro 21, 2009
Uma capital de distrito do Interior

Um dia inteiro perdido em viagens para que possa realizar um exame médico. Pois é verdade: apesar de ser capital de distrito, em Castelo Branco ainda há inúmeros exames médicos que nos obrigam a partir em direcção à capital do país.
Pouco mais de 15 minutos que me obrigaram a percorrer perto de 400 Kms :(
Pouco mais de 15 minutos que me obrigaram a percorrer perto de 400 Kms :(
Apesar de tudo, estou feliz pois está tudo bem!
quarta-feira, agosto 19, 2009
Qualquer semelhança com os dias de hoje é pura coincidência!
Eis um filme publicitário norte-americano de 1976:
terça-feira, maio 26, 2009
O resto do dia vem já aí...
Greve ao primeiro bloco da manhã. Informação no placard sindical há uns dias. Tarja negra colocada no gradeamento da escola. Vários colegas decidem não aderir à greve; não concordam com esta forma de luta. Outros indecisos. Chego à escola por volta das 9H00 e fico a saber por um colega que, não estando a delegada sindical para dar força, ninguém se decide a aderir. As aulas decorrem normalmente, com excepção da aula da delegada sindical. SOCORRO! Tirem-me deste filme!!! Mas será possível?!
Sento-me ao computador. Vagueio pela net. Sinto-me agoniada. A sério! Devo andar mal do estômago... :(
quarta-feira, abril 15, 2009
quinta-feira, abril 09, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Há com cada uma!
Numa conferência, na Califórnia, Bill Gates disse à plateia “A malária é espalhada por mosquitos. Trouxe alguns. Deixem-nos andar por aí. Não há razão pela qual só as pessoas pobres devam ser infectadas”. E só vários minutos depois os informou que aqueles mosquitos não estavam infectados. Livra! Imagino o susto...
(no público)
domingo, novembro 23, 2008
Mais um estudo...
... que prova o quanto ouvir boa música faz bem à saúde!
Segundo um estudo americano, para além do riso e boa disposição, também ouvir músicas preferidas permite um melhor funcionamento do sistema cardiovascular.
"O diâmetro dos vasos sanguíneos foi ampliado em 26% com a música escolhida, enquanto a música estressante fez os vasos encolherem 6%."
.
Podem saber um pouco mais sobre este estudo, aqui.
quarta-feira, novembro 19, 2008
À falta de tempo para o blogue...
... vou colocando uns vídeos especiais que pessoas especiais vão partilhando comigo ;)
quinta-feira, outubro 16, 2008
terça-feira, setembro 23, 2008
É curioso...
Eu sei que podemos sempre direccionar as virtudes dos vegetais e das frutas para onde quisermos :) No entanto, apesar de algumas afirmações serem algo forçadas, a grande maioria não deixa de ser verdadeira. Senão, vejamos:
Uma fatia de cenoura parece um olho humano. A pupila, íris e linhas raiadas são semelhantes ao olho humano... e SIM, a ciência agora mostra que a cenoura fortalece a circulação sanguínea e o funcionamento dos olhos.
Um tomate tem quatro câmaras e é vermelho. O coração é vermelho e têm quatro câmaras. Toda a investigação mostra que o tomate é de facto um puro alimento para o coração e circulação sanguínea.
As uvas crescem em cacho que tem a forma do coração. Cada uva assemelha-se a uma célula sanguínea e toda a investigação hoje em dia mostra que as uvas são também um alimento profundamente vitalizador para o coração e sangue.
Uma noz parece um pequeno cérebro, com hemisférios esquerdo e direito, cerebelos superiores e inferiores. Até as rugas e folhos de uma noz são semelhantes ao neo-cortex. Agora sabemos que as nozes ajudam a desenvolver mais de 3 dúzias de neurotransmissores para o funcionamento do cérebro.
Os feijões realmente curam e ajudam a manter a função renal e sim, são exactamente idênticos aos rins humanos.
O aipo, bok choy, ruibarbo e outros são idênticos a ossos.Estes alimentos atingem especificamente a força dos ossos. Os ossos são compostos por 23% de sódio e estes alimentos têm 23% de sódio. Se não tiver sódio suficiente na sua dieta o organismo retira sódio aos ossos, deixando-os fracos. Estes alimentos reabastecem as necessidades do esqueleto.
Berinjelas, abacates e pêras ajudam à saúde e funcionamento do ventre e do cervix feminino - eles são parecidos com estes órgãos. Actualmente a investigação mostra que quando uma mulher come um abacate por semana, equilibra as hormonas, não acumula gordura indesejada na gravidez e previne cancros cervicais. E que profundo é isto?... Demora exactamente 9 meses para um cultivar um abacate de flor a fruta. Existem mais de 14 000 componentes químicos fotolíticos em cada um destes alimentos (a ciência moderna apenas estudou e nomeou cerca de 141).
Figos estão cheios de sementes estão pendurados aos pares quando crescem. Os figos aumentam a mobilidade e aumentam os números do esperma masculino, assim como ajudam a ultrapassar a esterilidade masculina.
As batatas doces são idênticas ao pâncreas e de facto equilibram o índice glicémico de diabéticos.
Azeitonas ajudam a saúde e funcionamento dos ovários.
Toranjas, laranjas e outros citrinos assemelham-se a glândulas mamárias femininas e realmente ajudam à saúde das mamas e à circulação linfática, dentro e fora das mamas.
As cebolas parecem células do corpo. A investigação actual mostra que a cebola ajuda a limpar materiais excedentes de todas as células corporais. Até produzem lágrimas que lavam as camadas epiteliais dos olhos... (recebido por email)
quarta-feira, agosto 06, 2008
quarta-feira, julho 30, 2008
Beber ao som de música

Segundo um estudo feito por investigadores de uma Universidade Francesa, a música muito forte estimula a beber mais álcool em menos tempo.
Com o consentimento dos proprietários, os investigadores visitaram dois bares na Bretanha Francesa e seleccionaram, sem o seu conhecimento, 40 jovens entre os 18 e os 25 anos que se sentavam aos pares e pediam cerveja. Depois manipularam ao acaso o volume da música e concluíram que ao nível habitual (72 decibéis), os clientes pediam 2,6 cervejas de um quarto de litro e demoravam 14,41 minutos a consumir cada uma. Com o volume no máximo permitido (88 decibéis), bebiam 3,4 cervejas e ingeriam cada uma em 11,45 minutos. Nas duas situações necessitaram de sete goles para terminar a bebida.
Na verdade, não me surpreende: basta não permitir conversar, para que bebamos mais para ocupar o tempo. Já tenho sentido isso :(
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