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quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Mas e a criatividade?!

Sinceramente, estou ficando completamente desanimada com o rumo que as novas gerações estão a seguir. Já não há espaço para a criatividade, a descoberta, a partilha entre amigos próximos.
Há filmes/desenhos animados que ensinam tudo; assim, sem qualquer esforço por parte das crianças.
É tão bom deixar que a vida nos traga novidades... :(

O vídeo está a ser transmitido nas escolas, inserido no programa de educação sexual infantil.

domingo, novembro 15, 2009

Não se esqueça de verificar os TPC's dos seus filhos

Prezada Professora Jones,
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Eu gostaria de deixar bem claro que eu não sou, nem nunca fui, uma "dançarina exótica". Eu trabalho numa loja de ferramentas e contei à minha filha o quanto a última semana foi tumultuada, antes do nevão. Nós vendemos todas as pás de neve que tínhamos. Todas, menos uma, que estava escondida no depósito e que foi alvo de disputa entre os clientes. Portanto, o desenho que minha filha fez não me mostra dançando em torno de um poste. Ela mostra-me a vender a última pá de neve que tínhamos na loja. De agora em diante, lembrar-me-ei sempre de verificar os trabalhos de casa dela mais cuidadosamente antes de entregar.
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Atenciosamente, Mrs. Smith
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Este foi o trabalho de casa entregue pela menina à sua professora.

(história recebida por email)

terça-feira, junho 02, 2009

Pessimista?! Não. Realista.

A DEVIDA COMÉDIA
Miguel Carvalho
in: Visão online

Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo.

A criancinha quer Playstation. A gente dá. A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa. A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate. A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha. A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente. A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando. A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua. Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher. Desperta.
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É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares. A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada. A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
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A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca». Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
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A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias». Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.

sábado, abril 18, 2009

Será dos meus olhos?!

Faz-me muita impressão ver estas crianças tocar: parecem bonecos interpretando o papel de pessoas... Todos com a mesma expressão na cara. Estranhíssimo!

domingo, novembro 09, 2008

Definição de "Avó"...

... por uma criança de 8 anos, publicada no jornal do Cartaxo:

Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem 'Despacha-te!'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver Televisão.
Uma verdadeira delícia!

quinta-feira, outubro 30, 2008

O melhor é contar até 10...

Num infantário, a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas. Ela faz força, faz força e parece impossível; as botas entram muito apertadas. Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase. Nisto diz o miúdo:
- As botas estão trocadas!
A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas novamente. Mais uma dose de esforço e depois ela torna a tentar colocar-lhe as botas, desta vez nos pés certos. Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz:
- Bolas. Estava a ver que não. Custou!
- Sabe, é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e lá começa a descalçar o rapaz novamente. Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
- OK! De quem é que são estas botas, então?
- São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e começa novamente a calçar o rapaz. Mais uma série de tempo e finalmente consegue. No fim diz-lhe:
- Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
- Pus nas botas!

domingo, junho 01, 2008

Adoro fazer anos!

Nada melhor do que fazer anos no Dia Mundial da Criança: tenho sempre festa! E hoje não é excepção... O Primavera Musical, em conjunto com o Fórum de Castelo Branco, promoveu um atelier de construção de instrumentos musicais. Adorável!

Com Paulo Kaiymã, com quem já tinha estado no workshop dos Barbatuques, aprendemos a construir 2 instrumentos musicais especiais. Terminámos com exercícios de percussão corporal e instrumental com os nossos novos objectos. E ainda me cantaram os "Parabéns"! (eh, eh, eh)




Como é possível haver pessoas que não gostam de comemorar o aniversário?

terça-feira, maio 06, 2008

Gostava de ter esta confiança

Uma Educadora de Infância passeava pela sala de aula, observando as crianças enquanto desenhavam. Ao parar junto a uma mesa, reparou que uma rapariga desenhava de forma muito concentrada e resolveu perguntar-lhe o que estava a desenhar. A rapariga respondeu-lhe:
- "Estou a desenhar Deus."
A professora, apanhada desprevenida, respondeu-lhe:
- "Mas ninguém sabe como Deus é!"
Sem se distrair um segundo ou sequer desviar o olhar do seu desenho, a criança respondeu:
- "Saberão num minuto."
(Tradução livre daqui)

quarta-feira, abril 02, 2008

quinta-feira, outubro 04, 2007

É óbvio!

A um grupo de crianças, com idades entre os 4 e os 5 anos, perguntaram-lhes: "Em que direcção segue este autocarro?"
Olhem bem para o desenho. Sabem a resposta? As únicas respostas possíveis são esquerda ou direita. Não sabem? Desistem? Bem, então vou dizer-vos...
As(Os) meninas(os) responderam todos: "Vai a andar para a esquerda" .

Quando lhes perguntaram "Porque pensas que o autocarro vai para a esquerda" ? Eles responderam: "Porque não se vê a porta. "
Ohps! Tão simples, não é verdade?