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quinta-feira, junho 25, 2009
Em jeito de balanço...
(daqui)
Bem diz o professor Jorge Pires na reportagem, que o nível do Festival "Primavera Musical" foi sempre tão elevado desde o seu início, que dificilmente podemos falar de evolução na qualidade dos intérpretes, como questionou a jornalista. Este ano não foi diferente. Do internacional Psophos Quatourà portuguesa Luísa Tender, todos os intérpretes se pautaram por uma altíssima qualidade. Ainda bem que este ano poderemos ter um pouquinho do "sol da Primavera" em pleno Outono :D
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Mas será possível?!
Desculpa-me stalker, mas incomodou-me tanto o teu post que resolvi transferi-lo integralmente para aqui. Afinal, haja muita gente que o leia e repasse. Não podemos permitir que as empresas continuem a produzir publicidade deste tipo. Insurjamo-nos!
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'Uma conhecida empresa de telecomunicações móveis associada a uma marca global de aparelhos lançou uma campanha na qual aparece uma família muito moderna no camarote de um teatro. No título deste postal vem a linha forte da mensagem publicitária, reforçada pela imagem. Enquanto o casal olha para o que se passa no palco, o filho tem a face iluminada não pelo espectáculo para o qual se vestiu a preceito mas pelo ecran de um telemóvel. Estará a ver um dos "programas favoritos, sejam eles novelas, noticiários, programas de música, futebol, reality shows, séries ou filmes". Mais à frente podemos ler: "Os programas de seca têm os dias contados". Não falo da indigência do anúncio mas da razão de ser do mesmo. Ele existe porque "há mercado". E o mercado é isto mesmo, moderno, ultra-digital, sempre à frente, mas tão burro que é capaz de digerir mensagens destas que os estão objectivamente a classificar de ignorantes e imbecis.Contra isto, não há espírito natalício que resista. É a cauda e, ironicamente, sem auriculares.'
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