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terça-feira, janeiro 13, 2009

Uma página bem interessante!

Ao longo de toda a minha carreira, raros foram os anos em que não fui directora de turma (DT). Este ano pedi que não me fosse atribuido esse cargo. Acredito que seja difícil para todos os professores realizarem essa missão, mantendo sempre o sorriso de todos intervenientes. Em casos extremos, chega a ser um papel ingrato, na medida em que nos torna mediadores em situações bastante difíceis. Mas para os professores de Educação Musical é absurdamente complicado!

Imaginem 8 turmas (com 2 ou mais níveis de aprendizagem) e 2 Área de Projecto em simultâneo com a direcção de turma. Imaginem os finais dos períodos: reuniões para preparar, faltas, cartas aos encarregados de educação (...) ao mesmo tempo que se tem de preparar a festa de Natal, o concerto de Páscoa ou de final de ano. Ah!... E 8 conselhos de turma e notas para dar a todos os alunos. Aterrador!

Este ano consegui libertar-me de parte dessa carga. E, mesmo assim, tem sido complicado...

Bem, mas lembrei-me hoje da DT na altura em que vi este site. Sempre que leccionei Formação Cívica (área curricular leccionada pelo DT), utilizei excertos deste livro de cidadania de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (curiosamente, neste formato digital não aparece em lado nenhum os seus nomes!). É excelente para trabalhar com os alunos questões "simples" como impostos, paz ou justiça, entre outros. Aconselho vivamente!

quarta-feira, novembro 28, 2007

É mais do que um concurso...

A propósito do Concurso "Escola Alerta", que vi hoje anunciado na educare, resolvi pesquisar um pouco mais sobre situações específicas no nosso país. Sendo um tema que nos deve interessar a todos será, com toda a certeza, um tema a desenvolver na "minha" Formação Cívica.
É dirigido a alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário e pretende "sensibilizar e mobilizar os alunos na superação da discriminação através da eliminação das barreiras que dificultam a sua acessibilidade e, consequentemente, o exercício efectivo dos seus direitos. Ao mesmo tempo, a iniciativa procura sensibilizar e mobilizar os alunos para a igualdade de oportunidades e para os direitos humanos, em particular os direitos das pessoas com deficiência ou incapacidade, promovendo a participação das escolas e da comunidade na construção de uma "sociedade para todos".
Destaco uma curta-metragem realizada por alunos do curso de Medicina na Universidade do Minho: " As Barreiras Arquitectónicas em Braga", que encontrei no youtube. Assustador!...


E repito este video, da Federação Portuguesa de Deficientes, que salienta a falta de civismo de alguns condutores...

sexta-feira, julho 20, 2007

Aqui não são as barreiras arquitectónicas...

Pode ser que esta mensagem sirva, pelo menos, para te fazer pensar duas vezes da próxima vez que estiveres a estacionar onde não deves!