quinta-feira, janeiro 17, 2013
Ser-se músico à nascença

Remix Ensemble com o meu amigo Paulo Jorge Ferreira
18:00, Sala Suggia - Casa da Música, Porto
Paulo Jorge Ferreira – Músico convidado para interpretação da obra "Inquieta Limina", per ensemble con fisarmonica (1996)
un omaggio a Luciano Berio de Luca Francesconi
REMIX ENSEMBLE CASA DA MÚSICA
Peter Rundel musical directorTora Augestad meio-soprano
Giorgio Battistelli Truth
Luca Francesconi Inquieta limina, un omaggio a Berio
Salvatore Sciarrino Da un divertimento
Luciano Berio Folk Songs
quinta-feira, dezembro 13, 2012
domingo, dezembro 09, 2012
quinta-feira, dezembro 06, 2012
sexta-feira, novembro 16, 2012
sábado, novembro 10, 2012
sábado, outubro 27, 2012
Bolo mármore com peras... hummm!!
sexta-feira, outubro 19, 2012
segunda-feira, outubro 15, 2012
segunda-feira, setembro 10, 2012
domingo, setembro 09, 2012
terça-feira, setembro 04, 2012
quinta-feira, agosto 16, 2012
sexta-feira, julho 20, 2012
quinta-feira, julho 05, 2012
sexta-feira, junho 29, 2012
Amanhã, na Figueira da Foz
sábado, junho 23, 2012
segunda-feira, maio 28, 2012
sexta-feira, maio 11, 2012
Morreu o pianista Bernardo Sassetti
"Bernardo Sassetti terá caído acidentalmente de uma falésia na zona de Cascais, onde se encontrava a tirar fotografias, e morrido, soube-se hoje. O pianista e compositor nascido em Lisboa, a 24 de Junho de 1970, era bisneto do Presidente da República Sidónio Pais, que foi assassinado no início do século passado, e marido da atriz Beatriz Batarda, com quem tinha duas filhas.(...)"
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/morreu-bernardo-sassetti=f725284#ixzz1uTGsm7Ur
quinta-feira, abril 19, 2012
quinta-feira, abril 12, 2012
E eu que nem costumo gostar muito das suas crónicas...
Haja críticos neste país de amorfos!
(Crónica de António Lobo Antunes)
Vale e Azevedo para os Jerónimos, já! Loureiro para o Panteão, já! Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já! Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha. Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram. Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara
Agora sol na rua a fim de me melhorar a disposição, me reconciliar com a vida. Passa uma senhora de saco de compras: não estamos assim tão mal, ainda compramos coisas, que injusto tanta queixa, tanto lamento. Isto é internacional, meu caro, internacional e nós, estúpidos, culpamos logo os governos. Quem nos dá este solzinho, quem é? E de graça. Eles a trabalharem para nós, a trabalharem, a trabalharem e a gente, mal agradecidos, protestamos. Deixam de ser ministros e a sua vida um horror, suportado em estóico silêncio. Veja-se, por exemplo, o senhor Mexia, o senhor Dias Loureiro, o senhor Jorge Coelho, coitados. Não há um único que não esteja na franja da miséria. Um único. Mais aqueles rapazes generosos, que, não sendo ministros, deram o litro pelo País e só por orgulho não estendem a mão à caridade.
O senhor Rui Pedro Soares, os senhores Penedos pai e filho, que isto da bondade às vezes é hereditário, dúzias deles.
Tenham o sentido da realidade, portugueses, sejam gratos, sejam honestos, reconheçam o que eles sofreram, o que sofrem. Uns sacrificados, uns Cristos, que pecado feio, a ingratidão. O senhor Vale e Azevedo, outro santo, bem o exprimiu em Londres. O senhor Carlos Cruz, outro santo, bem o explicou em livros. E nós, por pura maldade, teimamos em não entender. Claro que há povos ainda piores do que o nosso: os islandeses, por exemplo, que se atrevem a meter os beneméritos em tribunal. Pelo menos nesse ponto, vá lá, sobra-nos um resto de humanidade, de respeito.
Um pozinho de consideração por almas eleitas, que Deus acolherá decerto, com especial ternura, na amplidão imensa do Seu seio. Já o estou a ver Senta-te aqui ao meu lado ó Loureiro Senta-te aqui ao meu lado ó Duarte Lima Senta-te aqui ao meu lado ó Azevedo que é o mínimo que se pode fazer por esses Padres Américos, pela nossa interminável lista de bem-aventurados, banqueiros, coitadinhos, gestores que o céu lhes dê saúde e boa sorte e demais penitentes de coração puro, espíritos de eleição, seguidores escrupulosos do Evangelho. E com a bandeirinha nacional na lapela, os patriotas, e com a arraia miúda no coração. E melhoram-nos obrigando-nos a sacrifícios purificadores, aproximando-nos dos banquetes de bem-aventuranças da Eternidade. As empresas fecham, os desempregados aumentam, os impostos crescem, penhoram casas, automóveis, o ar que respiramos e a maltosa incapaz de enxergar a capacidade purificadora destas medidas. Reformas ridículas, ordenados mínimos irrisórios, subsídios de cacaracá? Talvez. Mas passaremos sem dificuldade o buraco da agulha enquanto os Loureiros todos abdicam, por amor ao próximo, de uma Eternidade feliz. A transcendência deste acto dá-me vontade de ajoelhar à sua frente.
Dá-me vontade? Ajoelho à sua frente, indigno de lhes desapertar as correias dos sapatos. Vale e Azevedo para os Jerónimos, já! Loureiro para o Panteão, já! Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já! Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha. Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram.
Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara. Haja sentido das proporções, haja espírito de medida, haja respeito. Estátuas equestres para todos, veneração nacional. Esta mania tacanha de perseguir o senhor Oliveira e Costa: libertem-no. Esta pouca vergonha contra os poucos que estão presos, os quase nenhuns que estão presos por, como provou o senhor Vale e Azevedo, como provou o senhor Carlos Cruz, hedionda perseguição pessoal com fins inconfessáveis. Admitam-no. E voltem a pôr o senhor Dias Loureiro no Conselho de Estado, de onde o obrigaram, por maldade e inveja, a sair. Quero o senhor Mexia no Terreiro do Paço, no lugar de D. José que, aliás, era um pateta. Quero outro mártir qualquer, tanto faz, no lugar do Marquês de Pombal, esse tirano.
Acabem com a pouca vergonha dos Sindicatos.
Acabem com as manifestações, as greves, os protestos, por favor deixem de pecar. Como pedia o doutor João das Regras, olhai, olhai bem, mas vêde. E tereis mais fominha e, em consequência, mais Paraíso. Agradeçam este solzinho.
Agradeçam a Linha Branca. Agradeçam a sopa e a peçazita de fruta do jantar.
Abaixo o Bem-Estar. Vocês falam em crise mas as actrizes das telenovelas continuam a aumentar o peito: onde é que está a crise, então? Não gostam de olhar aquelas generosas abundâncias que uns violadores de sepulturas, com a alcunha de cirurgiões plásticos, vos oferecem ao olhinho guloso? Não comem carne mas podem comer lábios da grossura de bifes do lombo e transformar as caras das mulheres em tenebrosas máscaras de Carnaval. Para isso já há dinheiro, não é? E vocês a queixarem-se sem vergonha, e vocês cartazes, cortejos, berros.
Proíbam-se os lamentos injustos. Não se vendem livros? Mentira. O senhor Rodrigo dos Santos vende e, enquanto vender, o nível da nossa cultura ultrapassa, sem dificuldade, a Academia Francesa. Que queremos? Temos peitos, lábios, literatura e os ministros e os ex-ministros a tomarem conta disto.
Sinceramente, sejamos justos, a que mais se pode aspirar? O resto são coisas insignificantes: desemprego, preços a dispararem, não haver com que pagar ao médico e à farmácia, ninharias. Como é que ainda sobram criaturas com a desfaçatez de protestarem? Da mesma forma que os processos importantes em tribunal a indignação há-de, fatalmente, de prescrever. E, magrinhos, magrinhos mas com peitos de litro e beijando-nos um aos outros com os bifes das bocas seremos, como é nossa obrigação, felizes.
Retirado daqui: Revista Visão
sexta-feira, março 30, 2012
quinta-feira, março 22, 2012
Dia Mundial da Poesia (21 março)
Aqui encontrei várias versões deste mesmo poema de Alberto Caeiro. Mas é incrível como me deixei seduzir pelo timbre quente deste ator...
sexta-feira, março 16, 2012
Repasso, com angústia...

Carta a professores, alunos, pais, governantes, cidadãos e quaisquer outros que possam sentir-se tocados e identificados. As reformas na educação estão na boca do mundo há mais anos do que os que conseguimos recordar, chegando ao ponto de nem sabermos como começaram nem de onde vieram. Confessando, sou apenas uma das que passou das aulas de uma hora para as aulas de noventa minutos e achei aquilo um disparate total. Tirava-nos intervalos, tirava-nos momentos de caçadinhas e de saltar à corda e obrigava-nos a estar mais tempo sentados a ouvir sobre reis, rios, palavras estrangeiras e números primos.
Depois veio o secundário e deixámos de ter “folgas” porque passou a haver professores que tinham que substituir os que faltavam e nós ficávamos tristes. Não era porque não queríamos aprender, era porque as “aulas de substituição” nos cansavam mais do que as outras. Os professores não nos conheciam, abusávamos deles e era como voltar ao zero. Eu era pequenina. E nunca me passou pela cabeça pensar no lado dos professores. Até ao dia 1 de Março. Foi o culminar de tudo. Durante semanas e semanas ouvi a minha mãe, uma das melhores professoras de Inglês que conheci, o meu pilar, a minha luz, a minha companhia, a encher a boca séria com a palavra depressão. A seguir vinham os tremores, as preocupações, as queixas de pais, as crianças a quem não conseguimos chamar crianças porque são tão indisciplinadas que parece que lhes falta a meninice. Acreditem ou não, há pais que não sabem o que estão a criar. Como dizia um amigo meu: “Antigamente, fazíamos asneiras na escola e quando chegávamos a casa levávamos uma chapada do pai ou da mãe. Hoje, os miúdos fazem asneiras e os pais vão à escola para dar a dita chapada nos professores”. Sim, nos professores. Aqueles que tomam conta de tantos filhos cujos pais não têm tempo nem paciência para os educar. Sim, os professores que fazem de nós adultos competentes, formados, civilizados. Ou faziam, porque agora não conseguem.
A minha mãe levou a maior chapada de todas e não resistiu. Desculpem o dramatismo mas a escola, o sistema educativo, a educação especial, a educação sexual, as provas de aferição e toda aquela enormidade de coisas que não consigo sequer enumerar, levaram deste mundo uma das melhores pessoas que por cá andou. E revolta-me não conseguir fazer-lhe justiça. Professores e responsáveis pela educação, espero que leiam isto e acordem, revoltem-se, manifestem-se (ainda mais) mas, sobretudo e acima de qualquer outra coisa, conversem e ajudem-se uns aos outros. Levem a história da minha mãe para as bocas do mundo, para as conversas na sala dos professores e nos intervalos, a história de uma mulher maravilhosa que se suicidou não por causa de uma vida instável,não por causa de uma família desestruturada, não por dificuldades económicas, não por desgostos amorosos mas por causa de um trabalho que amava, ao qual se dedicou de alma e coração durante 36 anos.
De todos os problemas que a minha mãe teve no trabalho desde que me conheço (todos os temos, todos os conhecemos), nunca ouvi a palavra“incapaz” sair da boca dela. Nunca a vi tão indefesa, nunca a conheci como desistente, nunca pensei ouvir “ando a enganar-me a mim mesma e não sei ser professora”. Mas era verdade. Ela soube. Ela foi. Ela ensinou centenas de crianças, ela riu, ela fez o pino no meio da sala de aulas, ela escreveu em quadros a giz e depois em quadros electrónicos. Ela aprendeu as novas tecnologias. O que ela não aprendeu foi a suportar a carga imensa e descabida que lhe puseram sobre os ombros sem sentido rigorosamente nenhum. Eu, pelo menos, nãoo consigo ver.
E, assim, me manifesto contra toda esta gentinha que desvaloriza os professores mais velhos, que os destrói e os obriga a adaptarem-se a uma realidade que nunca conheceram. E tudo isto de um momento para o outro, sem qualquer tipo de preparação ou ajuda. Esta, sim, é a minha maneira de me revoltar contra aquilo que a minha mãe não teve forças para combater. Quem me dera ter conseguido aliviá-la, tirar-lhe aquela carga estupidamente pesada e que ninguém, a não ser quem a vive, compreende. Eu vivi através dela e nunca cheguei a compreender. Professores, ajudem-se. Conversem. E, acima de tudo, não deixem que a educação seja um fardo em vez de ser a profissão que vocês escolheram com tanto amor. Pensem no amor. E, com ele, honrem a vida maravilhosa que a minha mãe teve, até não poder mais.
Sara Fidalgo
quinta-feira, março 15, 2012
quinta-feira, março 01, 2012
"Um dia isto tinha de acontecer"
domingo, fevereiro 12, 2012
Os últimos dias e o coro Voximix
Hoje coloco aqui uma reportagem e um pequeno filme que revelam o quanto tenho andado ocupada. E, não me posso esquecer que a minha vida não é só CRCB... ;)
quinta-feira, janeiro 12, 2012
domingo, janeiro 08, 2012
domingo, janeiro 01, 2012
Ano velho, ano novo
Despertemos, então, para mais um ano novo que depressa se tornará velho e rançoso, caso não façamos algo para o tornar produtivo e feliz.segunda-feira, novembro 28, 2011
quinta-feira, novembro 24, 2011
O que desejam as pessoas que desistiram de lutar?
quinta-feira, novembro 10, 2011
Somos nós que construimos o nosso futuro
Cada um de nós pode (e deve) contribuir para um mundo melhor!
Por brincadeira, podemos imaginar assim coisas bonitas ;)
www.this-is-my-story.com/v/3VK1LJ0W9G02
terça-feira, novembro 08, 2011
Nada melhor me descreve nos últimos tempos...
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas —
Essas e o que falta nelas eternamente —;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada —
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimno, íssimo, íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
domingo, novembro 06, 2011
domingo, outubro 30, 2011
sábado, outubro 22, 2011
Ainda há pessoas assim...

domingo, outubro 16, 2011
No dia mundial da alimentação...

sábado, outubro 15, 2011
domingo, outubro 09, 2011
Estamos todos loucos
Já agora, não se ouve nele falar da hiperatividade, mas o sistema deve ser exatamente o mesmo! Claramente!! Basta ver como o número de crianças com esta disfunção disparou nos últimos anos :(
domingo, outubro 02, 2011
sábado, outubro 01, 2011
domingo, setembro 25, 2011
Surpresas de uva
Ontem foi a festa de aniversário da minha sobrinha Filipa, num espaço muito agradável, perto de Aveiras e resolvi levar-lhe uns miminhos doces - Bagos de Uva cobertos ;)Infelizmente, acabei por me esquecer de fotografá-los e, por esse motivo, procurei uma imagem na net que se assemelhasse aos meus, mas confesso que os achei bem mais bonitos que estes [Os meus, claro! :D] Deixei-os ficar com pé, decorei-os com fios de caramelo e coloquei-os em forminhas de papel dourado.
São bagos de uva rija (ainda com pé) cobertos com uma massa de leite condensado que se levou a engrossar com uma gema de ovo, aroma de baunilha e 15 g de margarina. Depois de fria, é só usar partes da massa para envolver cada bago de uva, deixando o pé de fora. No final, após serem colocados em papel frisado, cobrem-se com açúcar caramelizado feito na hora. No final, o caramelo endurece e fica crocante, contrastando com a leveza do doce. Escusado será dizer que fizeram um sucesso!
Mais uma experiência que voltarei, de certeza, a repetir talvez com outros frutos no interior ;)
(Para quem tem menos experiência nestas lides, devo só acrescentar que a massa deve ser refrescada e trabalhada sempre com o prato e as mãos molhados em óleo)
quarta-feira, setembro 21, 2011
Vale a pena pensar nisto
"Um agricultor colecionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça. Um dia, descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo e atazanou-o até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu e ele chamou o veterinário:
- Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Ali perto, o porco escutava a conversa toda. No dia seguinte deram o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta-te daí, senão serás sacrificado!!!
No segundo dia, deram-lhe o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Vamos lá amigo, levanta-te senão vais morrer! Vamos lá, eu ajudo-te a levantar... Upa! Um, dois, três.
No terceiro dia deram-lhe o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando se foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:
- É agora ou nunca, levanta-te depressa! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, agora mais depressa, vá... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Tu venceste, Campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou! Isto merece uma festa... para comemorar, vamos matar o porco!!!
Reflexão: Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho e na vida também. Dificilmente se percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso, por isso saber viver sem ser reconhecido é uma arte; procure ser uma pessoa de valor em vez de uma pessoa de sucesso."
domingo, setembro 18, 2011
O começo de uma nova etapa
quarta-feira, setembro 14, 2011
Crumble de maçãs e peras
Para quem, como eu, gosta destas receitas doces com frutas, aqui fica esta retirada do programa "Barefoot contessa", do canal food network:
Mistura-se 1kg maçã e 1kg de peras descascadas e cortadas em pedaços com meia chávena de mirtilos secos (ou arandos secos como eu fiz), raspa de um limão e de uma laranja, 2 colheres de sopa de sumo destas duas frutas, meia chávena de açúcar, um quarto de chávena de farinha, 1 colher de chá de canela e meia colher de chá de noz moscada.
À parte, mistura-se 1,5 chávenas de farinha com meia chávena de açúcar amarelo, meia chávena de açúcar branco, meia colher de chá de sal, 1 chávena de aveia (usei aveia integral) e 200g de manteiga, até ficar uma massa areada.
Colocar a fruta num pirex e, sobre ela espalhar (aos bocados) a massa areada. Vai ao forno até a parte de cima ficar tostada e crocante. Depois, é só saborear!! :D
segunda-feira, setembro 05, 2011
A dificuldade da adoção do novo português...
Parabéns à Carla e ao Saúl
Tenho o enormíssimo prazer de aqui divulgar que, no nível superior da Música de Câmara do concurso Prémio Jovens Músicos, foi atribuído o primeiro prémio ao grupo Dryads Duo, composto pelos músicos Carla Manuel Santos (Violino) e Saul Picado (Piano).
domingo, setembro 04, 2011
Procura seguir o lema: "Stay hungry. Stay foolish"
sábado, setembro 03, 2011
terça-feira, agosto 30, 2011
Back to school cartoons
segunda-feira, agosto 29, 2011
domingo, agosto 28, 2011
sábado, agosto 27, 2011
A Lusitana disponível em todo o mundo
Não deixa de ser interessante uma empresa desta qualidade numa tão pequena localidade: Alcains. Impecável!
sábado, agosto 20, 2011
Oiçam, leiam, bebam desta música fantástica!
sábado, agosto 13, 2011
terça-feira, agosto 09, 2011
Mas o que se passa?
quarta-feira, julho 27, 2011
Proposta de trabalho no Brasil
quarta-feira, julho 20, 2011
Mas que bela parceria
(sugestão da Intermúsica)
segunda-feira, julho 18, 2011
domingo, julho 10, 2011
Odete procura o amor
sábado, julho 09, 2011
domingo, julho 03, 2011
sábado, julho 02, 2011
domingo, junho 19, 2011
terça-feira, junho 07, 2011
Há alturas em que o cansaço se apodera de mim...
Tenho saudades de não fazer nada e não me sentir culpada por isso ;)
segunda-feira, junho 06, 2011
sexta-feira, junho 03, 2011
terça-feira, maio 31, 2011
segunda-feira, maio 23, 2011
No próximo sábado, em Coimbra
sábado, maio 14, 2011
"Pina" de Wim Wenders
Deixo aqui um excerto de uma das suas obras ("Cafe Muller") retratado no filme. Com uma música lindíssima de Purcell...
quarta-feira, maio 11, 2011
"Estamos a espatifar a infância das crianças" diz Eduardo Sá
domingo, maio 08, 2011
Dia 13 em Castelo Branco e 14 na Ericeira
Carolina Patrício (flauta)
Catarina Passos (flauta)
Paulo Pacheco (piano)
Programa:
J. S. Bach - Trio Sonata para duas flautas e baixo contínuo em Sol Maior, BWV 1039
Jean Michel Damase - Trio para flauta, oboé e piano
A. B. Fürstenau - L'Union, Introdução e Rondó Brilhante, op.15, sobre o tema
de "Norma" de Bellini, para duas flautas e piano
Franz Doppler - Andante e Rondo para duas flautas e piano
22h00
Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, Ericeira
Trio:
Carolina Patricio (flauta)
Claude Debussy — Sonata
Manuel Moreno-Buendía — Suite Popular Espanhola
sábado, maio 07, 2011
quarta-feira, maio 04, 2011
Um "encore" especial...
sábado, abril 30, 2011
A música no romance de Joaquim de Oliveira Ribeiro
domingo, abril 24, 2011
sexta-feira, abril 22, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
Novo romance na família
segunda-feira, abril 11, 2011
Pedido de ajuda
Mais uma ópera em Castelo Branco
quinta-feira, abril 07, 2011
Coisas boas da vida
segunda-feira, abril 04, 2011
domingo, abril 03, 2011
O trabalho de domingo



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